Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Dinâmicos (DSDM), sigla que vem do termo em inglês, Dynamic Systems Development Method e que em português significa Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Dinâmicos, segundo Pressman e Maxim (2016), é uma abordagem de desenvolvimento de software ágil que "oferece uma metodologia para construir e manter sistemas que satisfaçam restrições de prazo apertado por meio do uso da prototipação incremental em um ambiente de projeto controlado" (CSS, 2002 apud PRESSMAN; MAXIM, 2016). O autor ainda fomenta que o DSDM Consortium (www.dsdm.org) é um grupo mundial de empresas-membro que assume coletivamente o papel de "mantenedor" do método. Esse consórcio definiu um modelo de processos ágeis, chamado ciclo de vida DSDM, que começa com um estudo de viabilidade, o qual estabelece os requisitos básicos e as restrições do negócio, e é seguido por um estudo de negócio, o qual identifica os requisitos de função e informação. Então, o DSDM define três diferentes ciclos iterativos (PRESSMAN; MAXIM, 2016). A descrição "Produz um conjunto de protótipos incrementais que demonstram funcionalidade para o cliente. (Observação: todos os protótipos DSDM são feitos com a intenção de que evoluam para a aplicação final entregue ao cliente.) Durante esse ciclo iterativo, o objetivo é reunir requisitos adicionais ao se obter feedback dos usuários, à medida que eles testam o protótipo" corresponde a:
Questão
Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Dinâmicos (DSDM), sigla que vem do termo em inglês, Dynamic Systems Development Method e que em português significa Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Dinâmicos, segundo Pressman e Maxim (2016), é uma abordagem de desenvolvimento de software ágil que "oferece uma metodologia para construir e manter sistemas que satisfaçam restrições de prazo apertado por meio do uso da prototipação incremental em um ambiente de projeto controlado" (CSS, 2002 apud PRESSMAN; MAXIM, 2016). O autor ainda fomenta que o DSDM Consortium (www.dsdm.org) é um grupo mundial de empresas-membro que assume coletivamente o papel de "mantenedor" do método. Esse consórcio definiu um modelo de processos ágeis, chamado ciclo de vida DSDM, que começa com um estudo de viabilidade, o qual estabelece os requisitos básicos e as restrições do negócio, e é seguido por um estudo de negócio, o qual identifica os requisitos de função e informação. Então, o DSDM define três diferentes ciclos iterativos (PRESSMAN; MAXIM, 2016).
A descrição "Produz um conjunto de protótipos incrementais que demonstram funcionalidade para o cliente. (Observação: todos os protótipos DSDM são feitos com a intenção de que evoluam para a aplicação final entregue ao cliente.) Durante esse ciclo iterativo, o objetivo é reunir requisitos adicionais ao se obter feedback dos usuários, à medida que eles testam o protótipo" corresponde a:
Alternativas
A) Iteração de modelos funcionais.
B) Iteração de projeto e desenvolvimento.
C) Implementação.
D) Testes de interação e funcionalidade.
E) Iteração de prototipação e desenvolvimento.
Explicação
No ciclo de vida do DSDM (conforme descrito por Pressman e Maxim), após os estudos de viabilidade e de negócio, existem três ciclos iterativos principais. Um deles é a Iteração de modelos funcionais (Functional Model Iteration), cuja finalidade é justamente:
- Construir protótipos incrementais para demonstrar funcionalidades ao cliente;
- Coletar feedback dos usuários enquanto eles experimentam/testam o protótipo;
- Elicitar/refinar requisitos adicionais a partir desse retorno;
- Fazer protótipos com a intenção de evoluírem para o produto final (não são “descartáveis”).
A descrição apresentada no enunciado (protótipos incrementais para o cliente + obtenção de requisitos adicionais por feedback durante testes do protótipo) corresponde diretamente a essa etapa.
Alternativa correta: A.
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