Conferências ambientais: “No Rio de Janeiro, as negociações foram penosas. Até o último momento os países exportadores de petróleo tentaram vetar o texto proposto para a convenção, embora já quase isolados nessa posição. É certo que o próprio secretário interino do Meio Ambiente, José Goldemberg, apontava o texto da convenção como inócuo. Também o comissário da Comunidade Econômica Europeia se recusara a comparecer ao Rio de Janeiro, pelas mesmas razões. Mas há visões diferentes” (NOVAES, 1992, pág. 81). Fonte: NOVAES, Washington. Eco-92: avanços e interrogações. Estudos avançados, v. 6, n. 15, p. 79-93, 1992. O texto acima faz referência as visões diferentes sobre o que houve na ECO 92. Um dos termos preestabelecidos nessa conferência foi Agenda 21, que tem por intuito:
“No Rio de Janeiro, as negociações foram penosas. Até o último momento os países exportadores de petróleo tentaram vetar o texto proposto para a convenção, embora já quase isolados nessa posição. É certo que o próprio secretário interino do Meio Ambiente, José Goldemberg, apontava o texto da convenção como inócuo. Também o comissário da Comunidade Econômica Europeia se recusara a comparecer ao Rio de Janeiro, pelas mesmas razões. Mas há visões diferentes” (NOVAES, 1992, pág. 81). Fonte: NOVAES, Washington. Eco-92: avanços e interrogações. Estudos avançados, v. 6, n. 15, p. 79-93, 1992.
O texto acima faz referência as visões diferentes sobre o que houve na ECO 92. Um dos termos preestabelecidos nessa conferência foi Agenda 21, que tem por intuito:
A sua finalidade era discutir ações para aliar ao desenvolvimento econômico, desta forma, cada Estado tinha a responsabilidade de construir sua agenda.
A finalidade da agenda 21 era aconselhar os países sobre o desenvolvimento sustentáveis.
A agenda 21 retrata regras de desenvolvimento com recursos naturais não renováveis poderiam ser utilizados nos países.
A agenda 21 foi um fracasso devido a forma como foi imposto a países em desenvolvimento.
A agenda 21, não foi discutido no congresso da ECO 91, mas sim, em 2002, em uma nova reunião, onde os representantes legislativos, estavam mais maduros para discutir o desenvolvimento sustentável.
A Agenda 21 foi um dos principais documentos resultantes da Conferência Rio-92 (ECO-92). Ela consiste em um plano de ação para orientar governos e sociedades na implementação do desenvolvimento sustentável (integrando dimensões ambiental, social e econômica) ao longo do século XXI.
Um ponto-chave é que a Agenda 21 não é uma “lei” imposta, mas um compromisso/guia que deveria ser adaptado por cada país (e também em níveis locais) — isto é, cada Estado/território constrói sua própria Agenda 21 com base nas diretrizes gerais.
Analisando as alternativas:
- (A) descreve justamente a ideia de definir ações para conciliar desenvolvimento e sustentabilidade, com responsabilidade de cada Estado em construir sua agenda (nacional/local). Correta.
- (B) é vaga e reduz a Agenda 21 a “aconselhar países”, sem enfatizar o caráter de plano de ação e de construção por cada Estado/localidade.
- (C) é incorreta: a Agenda 21 não é um conjunto de “regras” para uso de não renováveis.
- (D) é julgamento (“fracasso”) e não corresponde ao intuito do documento.
- (E) é historicamente incorreta: a Agenda 21 é de 1992 (Rio-92), não de 2002.
Alternativa correta: (A).