A indicação para retirada do colar cervical e da prancha rígida não depende da avaliação do paciente e dos resultados dos exames radiológicos. Nesse aspecto não há necessidade de ponderar a confiabilidade dos relatos e das queixas, principalmente se o indivíduo apresentar alteração do nível de consciência, do comportamento ou se estiver sob efeito de substâncias, como álcool e drogas. Podemos concluir que a afirmativa é:
Questão
A indicação para retirada do colar cervical e da prancha rígida não depende da avaliação do paciente e dos resultados dos exames radiológicos. Nesse aspecto não há necessidade de ponderar a confiabilidade dos relatos e das queixas, principalmente se o indivíduo apresentar alteração do nível de consciência, do comportamento ou se estiver sob efeito de substâncias, como álcool e drogas. Podemos concluir que a afirmativa é:
Alternativas
VERDADEIRA
FALSA
Explicação
A afirmativa diz que a retirada do colar cervical e da prancha rígida não depende da avaliação do paciente nem dos exames radiológicos e que não é necessário ponderar a confiabilidade dos relatos/queixas, especialmente quando há alteração do nível de consciência, comportamento alterado ou uso de álcool/drogas.
Isso está incorreto. Na prática pré-hospitalar e hospitalar, a decisão de “liberar” a coluna cervical (e, portanto, retirar colar/imobilização) depende:
- de avaliação clínica (ex.: dor cervical, déficits neurológicos, sensibilidade na linha média, mecanismo, exame físico),
- e, quando indicado, de imagem (radiografia/TC),
- além de considerar se o paciente é confiável para exame (isto é, se está alerta e colaborativo).
Se o paciente está com rebaixamento do nível de consciência, agitado, intoxicado por álcool/drogas ou com alteração comportamental, ele é não confiável para “exclusão clínica” de lesão cervical; portanto, não se pode simplesmente retirar a imobilização sem critérios e, frequentemente, sem avaliação por imagem conforme protocolos.
Logo, a afirmativa é falsa.
Alternativa correta: (B).