Um município pretende implementar um programa de manejo por microbacias hidrográficas para reduzir a erosão, ampliar a infiltração e melhorar a qualidade dos corpos d'água. O primeiro passo é o diagnóstico físico-conservacionista, cuja finalidade é quantificar a retenção de água da chuva por infiltração e subsidiar o prognóstico de retenção/controle das águas na microbacia. Esse diagnóstico inclui, entre outros pontos, identificar áreas para reflorestamento, delimitar faixas de retenção, indicar técnicas de conservação do solo, avaliar efeitos de erosão e assoreamento e levantar dados sobre assoreamento. Em complemento, o texto recomenda diagnósticos socioeconômico, ambiental, da vegetação, da fauna, da água (pluviometria, fluviometria, limnimetria, infiltração, qualidade) e do solo (unidades, atributos físicos/químicos, posição no relevo), de modo a formar uma base integrada para o planejamento. O objetivo é entender a realidade para propor soluções contextuais — evitando “receitas prontas”. Nesse sentido, o diagnóstico físico-conservacionista é chave para localizar intervenções prioritárias (ex.: contorno, cobertura, faixas, terraceamento) e orientar ações nas estradas rurais (bacias de retenção) que, se mal manejadas, potencializam a erosão e a descarga sólida a jusante. Com essa lógica, os gestores devem selecionar a alternativa que melhor traduz o escopo desse diagnóstico inicial, conforme o texto. A melhor alternativa para o diagnóstico físico-conservacionista é:

Questão

Um município pretende implementar um programa de manejo por microbacias hidrográficas para reduzir a erosão, ampliar a infiltração e melhorar a qualidade dos corpos d'água. O primeiro passo é o diagnóstico físico-conservacionista, cuja finalidade é quantificar a retenção de água da chuva por infiltração e subsidiar o prognóstico de retenção/controle das águas na microbacia. Esse diagnóstico inclui, entre outros pontos, identificar áreas para reflorestamento, delimitar faixas de retenção, indicar técnicas de conservação do solo, avaliar efeitos de erosão e assoreamento e levantar dados sobre assoreamento. Em complemento, o texto recomenda diagnósticos socioeconômico, ambiental, da vegetação, da fauna, da água (pluviometria, fluviometria, limnimetria, infiltração, qualidade) e do solo (unidades, atributos físicos/químicos, posição no relevo), de modo a formar uma base integrada para o planejamento. O objetivo é entender a realidade para propor soluções contextuais — evitando “receitas prontas”. Nesse sentido, o diagnóstico físico-conservacionista é chave para localizar intervenções prioritárias (ex.: contorno, cobertura, faixas, terraceamento) e orientar ações nas estradas rurais (bacias de retenção) que, se mal manejadas, potencializam a erosão e a descarga sólida a jusante. Com essa lógica, os gestores devem selecionar a alternativa que melhor traduz o escopo desse diagnóstico inicial, conforme o texto.

A melhor alternativa para o diagnóstico físico-conservacionista é:

Alternativas

A) Medir apenas preços de insumos e margens por cultura.

B) Quantificar infiltração, mapear áreas de retenção/reflorestamento e avaliar erosão/assoreamento.

95%

C) Levantar exclusivamente a biodiversidade aquática e avifauna migratória.

D) Priorizar decretos municipais antes de qualquer medição de campo.

Explicação

O enunciado descreve que o primeiro passo do programa é o diagnóstico físico-conservacionista, cuja finalidade é quantificar a retenção da água da chuva por infiltração e subsidiar o prognóstico de retenção/controle das águas na microbacia.

Além disso, o texto lista que esse diagnóstico deve incluir ações e levantamentos diretamente ligados ao meio físico e à conservação do solo e da água, como:

  • identificar áreas para reflorestamento;
  • delimitar faixas de retenção;
  • indicar técnicas de conservação do solo;
  • avaliar efeitos de erosão e assoreamento;
  • levantar dados sobre assoreamento.

Analisando as alternativas:

  • A trata de preços e margens por cultura → isso é diagnóstico socioeconômico, não físico-conservacionista.
  • C foca apenas em biodiversidade e fauna → isso pertence ao diagnóstico da fauna/ambiental, e ainda de forma incompleta.
  • D fala em priorizar decretos antes de medições → contraria a lógica do texto, que exige levantamento/diagnóstico para entender a realidade antes de propor ações.
  • B reúne exatamente os elementos centrais do diagnóstico físico-conservacionista: quantificar infiltração, mapear áreas de retenção/reflorestamento e avaliar erosão/assoreamento.

Portanto, a alternativa que melhor traduz o escopo do diagnóstico físico-conservacionista inicial é a letra B.

Alternativa correta: (B).

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