Por que o Linux é considerado mais protegido contra malware do que outros sistemas operacionais?
Questão
Por que o Linux é considerado mais protegido contra malware do que outros sistemas operacionais?
Alternativas
menos implantações
firewall integrado
estrutura do sistema de arquivos, permissões de arquivo e restrições de conta de usuário
ferramentas personalizáveis de penetração e proteção
Explicação
O Linux costuma ser considerado mais protegido contra malware principalmente por causa do seu modelo de segurança “por padrão”, baseado em:
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Permissões e propriedade de arquivos/processos: cada arquivo tem dono/grupo e bits de permissão (leitura/escrita/execução). Assim, um programa malicioso executado por um usuário comum tende a ficar limitado aos recursos daquele usuário.
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Separação entre usuário comum e administrador (root): tarefas administrativas exigem privilégios elevados (ex.: via sudo). Isso cria uma barreira importante: mesmo que um malware rode, ele não altera partes críticas do sistema sem escalonamento de privilégios.
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Estrutura do sistema de arquivos e isolamento: diretórios de sistema (ex.: /bin, /sbin, /usr, /etc) normalmente não são graváveis por usuários comuns, reduzindo a chance de infecção persistente no sistema inteiro.
As outras alternativas até podem ajudar em certos cenários (ex.: firewall), mas não são o principal motivo estrutural. “Menos implantações” pode reduzir a atratividade/volume de ataques, porém não explica a proteção intrínseca do sistema.