Uma notória diferença que percebemos nos requisitos ágeis com relação aos requisitos tradicionais é:
Questão
Uma notória diferença que percebemos nos requisitos ágeis com relação aos requisitos tradicionais é:
Alternativas
As histórias de usuários são grandes, muito maiores do que outros artefatos de requisitos, como casos de uso ou cenários de uso.
As histórias de usuários são pequenas, muito menores do que outros artefatos de requisitos, como casos de uso ou cenários de uso.
As histórias de usuários precisam passar por uma junta de analista para transformá-las em algo inteligível aos stakeholders.
As histórias de usuários não possuem serventia na especificação de um sistema porquê, de qualquer forma, teremos que fazer o DRS servindo apenas para dar uma sensação de participação do usuário no sistema.
As histórias de usuários não são necessárias para desenvolver os casos de uso ou cenários de uso.
Explicação
Em abordagens ágeis, um requisito costuma ser registrado como história de usuário, que é propositalmente curta e leve (ex.: “Como <tipo de usuário>, quero <objetivo> para <benefício>”).
A ideia é que a história não tente detalhar tudo como um documento tradicional (ex.: DRS) ou mesmo como artefatos geralmente mais completos, como casos de uso e cenários de uso. O detalhamento vai sendo construído por conversas, critérios de aceitação e refinamento contínuo (backlog grooming/refinement).
Analisando as alternativas:
- Dizer que histórias são grandes (1) contraria o princípio de serem itens pequenos e negociáveis.
- As opções (3), (4) e (5) trazem afirmações incorretas/descaracterizam o papel das histórias no ágil.
Portanto, a diferença notória é que histórias de usuário tendem a ser menores que artefatos tradicionais mais detalhados.
Alternativa correta: (B).