A mensuração invasiva da pressão arterial (PA) é considerada o padrão ouro para a monitoração da PA em pacientes sob anestesia. Nesse método, é possível mensurar diretamente a pressão arterial sistólica e diastólica com resultados acurados. A avaliação dos valores obtidos deve considerar, adequadamente, as variações do diâmetro arterial do sítio da punção. Quando comparadas as pressões arteriais em diferentes vasos, a redução do diâmetro arterial promove
Questão
A mensuração invasiva da pressão arterial (PA) é considerada o padrão ouro para a monitoração da PA em pacientes sob anestesia. Nesse método, é possível mensurar diretamente a pressão arterial sistólica e diastólica com resultados acurados. A avaliação dos valores obtidos deve considerar, adequadamente, as variações do diâmetro arterial do sítio da punção. Quando comparadas as pressões arteriais em diferentes vasos, a redução do diâmetro arterial promove
Alternativas
o aumento da pressão arterial sistólica e da pressão arterial média.
o aumento da pressão arterial sistólica e a redução da pressão arterial diastólica.
a redução da pressão arterial sistólica e da pressão arterial diastólica.
a redução da pressão arterial sistólica e o aumento da pressão arterial diastólica.
Explicação
À medida que se mede a PA em artérias mais periféricas (menor diâmetro), ocorre maior influência de fenômenos de propagação e reflexão da onda de pulso.
- Pressão sistólica (PAS): aumenta em vasos menores/periféricos por amplificação periférica da onda de pulso (reflexões somam-se à onda incidente, elevando o pico sistólico).
- Pressão diastólica (PAD): tende a reduzir em relação a artérias centrais, pois a forma de onda periférica fica mais “pontiaguda”, com menor componente diastólico.
- Pressão arterial média (PAM): geralmente se mantém mais próxima entre diferentes sítios (não é o principal efeito da periferização; o maior impacto é na PAS e PAD).
Portanto, a redução do diâmetro arterial (medida mais periférica) promove aumento da PAS e redução da PAD.