Letícia tem 27 anos e é analista de marketing, em Salvador. No último mês, ela não conseguiu pagar o valor total da fatura do cartão de crédito, que fechou em R$ 3.200, após despesas médicas inesperadas. Após dois meses utilizando o crédito rotativo, a dívida ultrapassou R$ 6.000. Preocupada, ela entrou em contato com a instituição financeira para entender quais alternativas normalmente estão disponíveis para clientes nessa situação e quais os efeitos do crédito rotativo sobre a dívida. Com base nas características desse tipo de crédito, a informação mais adequada a ser apresentada para Letícia é:
Questão
Letícia tem 27 anos e é analista de marketing, em Salvador. No último mês, ela não conseguiu pagar o valor total da fatura do cartão de crédito, que fechou em R$ 3.200, após despesas médicas inesperadas. Após dois meses utilizando o crédito rotativo, a dívida ultrapassou R$ 6.000. Preocupada, ela entrou em contato com a instituição financeira para entender quais alternativas normalmente estão disponíveis para clientes nessa situação e quais os efeitos do crédito rotativo sobre a dívida. Com base nas características desse tipo de crédito, a informação mais adequada a ser apresentada para Letícia é:
Alternativas
Solicitar um aumento de limite no cartão de crédito, para continuar utilizando o crédito rotativo até conseguir quitar o valor integral da fatura.
Parcelar a fatura, reduzindo os juros acumulados e permitindo previsibilidade nos pagamentos mensais, evitando assim o crescimento acelerado da dívida.
Cancelar imediatamente o cartão e pagar o valor mínimo exigido pela instituição, priorizando o uso do cheque especial para despesas futuras.
Transferir a dívida para outro cartão com limite disponível, aproveitando a rolagem de crédito e as taxas promocionais de transferência entre instituições.
Explicação
- O que é o crédito rotativo e seu efeito na dívida
- O crédito rotativo ocorre quando o cliente não paga o valor total da fatura até o vencimento e entra no “saldo financiado” do cartão.
- Em geral, é uma das modalidades mais caras de crédito ao consumidor: os juros incidem sobre o saldo não pago e podem fazer a dívida crescer rapidamente (como no caso descrito: de R$ 3.200 para mais de R$ 6.000 em poucos meses).
- Alternativa normalmente oferecida para sair do rotativo
- Uma prática comum das instituições é oferecer parcelamento da fatura (ou um parcelamento/renegociação do saldo), que substitui o rotativo por um plano com parcelas fixas e, via de regra, juros menores do que os do rotativo.
- Isso dá previsibilidade e tende a reduzir a velocidade de crescimento da dívida, evitando a “bola de neve” típica do rotativo.
- Por que as demais opções não são as mais adequadas
- Aumentar limite para continuar no rotativo: mantém Letícia na modalidade mais cara e pode piorar o endividamento.
- Cancelar o cartão e ir para cheque especial: o cheque especial também costuma ter juros elevados; trocar uma dívida cara por outra não resolve o problema.
- Transferir para outro cartão: “rolar” dívida para outro cartão não é uma solução padrão segura; pode gerar novos custos e manter a lógica de empurrar o problema.
Assim, a orientação mais adequada é migrar do rotativo para uma forma estruturada de pagamento, como o parcelamento da fatura.
Alternativa correta: (B).
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