Pedro, de 22 anos, começou a investir após acompanhar conteúdos sobre o tema na internet. Animado com as possibilidades de ganhos, aplicou R$ 1.000 em ações de empresas de tecnologia. No entanto, após uma queda de 25% no valor investido durante o primeiro mês, vendeu todos os ativos e concluiu: "isso não é para mim". Ao perceber que essa reação é comum entre investidores iniciantes, sua gerente, Luana, o convida para uma conversa sobre perfil de risco, objetivos financeiros e construção de uma carteira equilibrada. Nesse contexto, a abordagem de Luana é adequada porque:
Questão
Pedro, de 22 anos, começou a investir após acompanhar conteúdos sobre o tema na internet. Animado com as possibilidades de ganhos, aplicou R$ 1.000 em ações de empresas de tecnologia. No entanto, após uma queda de 25% no valor investido durante o primeiro mês, vendeu todos os ativos e concluiu: "isso não é para mim". Ao perceber que essa reação é comum entre investidores iniciantes, sua gerente, Luana, o convida para uma conversa sobre perfil de risco, objetivos financeiros e construção de uma carteira equilibrada. Nesse contexto, a abordagem de Luana é adequada porque:
Alternativas
orienta o cliente a compreender que oscilações fazem parte dos investimentos e que o acompanhamento profissional pode contribuir para decisões mais alinhadas ao seu perfil.
permite explicar ao cliente que investimentos em ações não são adequados para iniciantes, independentemente de seu perfil ou objetivos.
serve para mostrar que investidores jovens devem priorizar aplicações de curto prazo, pois têm mais facilidade para recuperar eventuais perdas.
mostra que uma experiência negativa isolada é suficiente para definir o perfil do investidor e que a educação financeira pode auxiliar neste processo.
Explicação
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Situação apresentada: Pedro investiu em ações (renda variável), sofreu uma queda de 25% em 1 mês e, por desconforto com a volatilidade, vendeu tudo e concluiu que “isso não é para mim”. Isso é típico de quem ainda não conhece bem o próprio perfil de risco, não definiu claramente objetivos e horizonte de investimento, e não entende que oscilações são inerentes a ações.
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O que Luana propõe: conversar sobre perfil de risco, objetivos financeiros e carteira equilibrada. Essa é justamente a conduta adequada, porque:
- ajuda a alinhar expectativas (retorno x risco);
- evita decisões impulsivas (como vender após queda pontual);
- permite montar uma carteira diversificada compatível com o perfil (não concentrar tudo em um único tipo de ativo/segmento);
- reforça que acompanhamento/orientação pode melhorar a tomada de decisão, sem prometer ganhos.
- Análise das alternativas:
- A) Correta: reconhece que volatilidade faz parte e que orientação pode levar a escolhas coerentes com perfil e objetivos.
- B) Errada: ações podem ser adequadas ou não para iniciantes dependendo de perfil, objetivos, prazo e educação financeira; não é uma proibição absoluta.
- C) Errada: jovens, em geral, podem até tolerar mais risco por terem maior horizonte, mas isso não implica “priorizar curto prazo”; curto prazo tende a ser mais sensível a volatilidade.
- D) Errada: uma experiência negativa isolada não define perfil; perfil envolve tolerância ao risco, capacidade financeira, objetivos e horizonte. Educação financeira ajuda, mas a premissa está equivocada.
Alternativa correta: (A).
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