Virginia, aos seus 85 anos de idade, está iniciando o seu processo de planejamento sucessório e você a orientou a fazer um plano de previdência VGBL, colocando os 5 filhos como beneficiários para que eles possam acessar o recurso em caso de seu falecimento sem ter que passar por inventário e sem ter que pagar o ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação). Virginia acha a solução excelente, mas se recorda que leu uma matéria no jornal falando que planos de previdência VGBL e PGBL têm sido tema de debate no judiciário. Alguns estados têm exigido a cobrança do imposto sobre o valor da reserva do VGBL e do PGBL, mas os pareceres dos tribunais superiores têm sido favoráveis ao:
Questão
Virginia, aos seus 85 anos de idade, está iniciando o seu processo de planejamento sucessório e você a orientou a fazer um plano de previdência VGBL, colocando os 5 filhos como beneficiários para que eles possam acessar o recurso em caso de seu falecimento sem ter que passar por inventário e sem ter que pagar o ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação). Virginia acha a solução excelente, mas se recorda que leu uma matéria no jornal falando que planos de previdência VGBL e PGBL têm sido tema de debate no judiciário. Alguns estados têm exigido a cobrança do imposto sobre o valor da reserva do VGBL e do PGBL, mas os pareceres dos tribunais superiores têm sido favoráveis ao:
Alternativas
contribuinte no caso do VGBL, indicando que os estados não devem fazer tal cobrança.
estado no caso do VGBL, indicando que os estados devem fazer tal cobrança.
contribuinte no caso do VGBL e do PGBL, indicando que os estados não devem fazer tal cobrança.
estado no caso do VGBL e do PGBL, indicando que os estados devem fazer tal cobrança.
Explicação
Planos de previdência com beneficiário indicado entram no planejamento sucessório porque o dinheiro é pago direto aos beneficiários, sem passar pelo inventário. A briga era se os estados podiam cobrar ITCMD sobre esse repasse.
O STF resolveu a questão no Tema 1214 da repercussão geral (RE 1.363.013), julgado em dezembro de 2024: é inconstitucional cobrar ITCMD sobre o repasse de VGBL e de PGBL aos beneficiários quando o titular morre. Em janeiro de 2026, a Lei Complementar nº 227 levou a regra para a lei nacional do imposto: o ITCMD não incide sobre benefício de previdência complementar, aberta ou fechada, nem de seguro.
Por isso a resposta favorece o contribuinte nos dois planos. A primeira alternativa acerta o lado, mas esquece o PGBL. As outras duas dão razão aos estados.
Conferida em 27/09/2026 com fontes públicas: STF, Tema 1214 · LC nº 227/2026, art. 150
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