Virginia, aos seus 85 anos de idade, está iniciando o seu processo de planejamento sucessório e você a orientou a fazer um plano de previdência VGBL, colocando os 5 filhos como beneficiários para que eles possam acessar o recurso em caso de seu falecimento sem ter que passar por inventário e sem ter que pagar o ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação). Virginia acha a solução excelente, mas se recorda que leu uma matéria no jornal falando que planos de previdência VGBL e PGBL têm sido tema de debate no judiciário. Alguns estados têm exigido a cobrança do imposto sobre o valor da reserva do VGBL e do PGBL, mas os pareceres dos tribunais superiores têm sido favoráveis ao:

Questão

Virginia, aos seus 85 anos de idade, está iniciando o seu processo de planejamento sucessório e você a orientou a fazer um plano de previdência VGBL, colocando os 5 filhos como beneficiários para que eles possam acessar o recurso em caso de seu falecimento sem ter que passar por inventário e sem ter que pagar o ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação). Virginia acha a solução excelente, mas se recorda que leu uma matéria no jornal falando que planos de previdência VGBL e PGBL têm sido tema de debate no judiciário. Alguns estados têm exigido a cobrança do imposto sobre o valor da reserva do VGBL e do PGBL, mas os pareceres dos tribunais superiores têm sido favoráveis ao:

Alternativas

  1. contribuinte no caso do VGBL, indicando que os estados não devem fazer tal cobrança.
  1. estado no caso do VGBL, indicando que os estados devem fazer tal cobrança.
  1. contribuinte no caso do VGBL e do PGBL, indicando que os estados não devem fazer tal cobrança.
90%
  1. estado no caso do VGBL e do PGBL, indicando que os estados devem fazer tal cobrança.

Explicação

  1. A questão descreve o uso de VGBL (e menciona também PGBL) como instrumento de planejamento sucessório, com indicação de beneficiários, justamente para que os valores sejam pagos diretamente aos beneficiários, fora do inventário.

  2. O ponto controverso nos Estados era: se esses valores, recebidos pelos beneficiários após a morte do titular, configurariam “transmissão causa mortis” (fato gerador do ITCMD) ou se teriam natureza contratual/indenizatória/beneficiária paga diretamente pela seguradora/entidade, não integrando herança para fins de ITCMD.

  3. O entendimento dos tribunais superiores (notadamente o STF no Tema 1214 de repercussão geral, no julgamento do RE 1.363.013/RJ) firmou tese de que é inconstitucional a incidência de ITCMD sobre o repasse aos beneficiários de valores e direitos relativos tanto ao VGBL quanto ao PGBL na hipótese de morte do titular.

  4. Logo, os pareceres têm sido favoráveis ao contribuinte, afastando a cobrança pelos Estados em VGBL e também em PGBL.

Alternativa correta: 3).

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