Gabriel é consultor de investimentos e acaba de iniciar o atendimento de Benjamin, um cliente de 62 anos, recém-aposentado, que informa ter recebido o valor de R$ 800 mil da venda de um apartamento e está buscando formar uma carteira conservadora em títulos de renda fixa. Ele informa ter baixa tolerância a risco e necessidade de liquidez anual, sendo assim, a recomendação mais alinhada ao perfil e objetivos de Benjamin é?

Questão

Gabriel é consultor de investimentos e acaba de iniciar o atendimento de Benjamin, um cliente de 62 anos, recém-aposentado, que informa ter recebido o valor de R$ 800 mil da venda de um apartamento e está buscando formar uma carteira conservadora em títulos de renda fixa. Ele informa ter baixa tolerância a risco e necessidade de liquidez anual, sendo assim, a recomendação mais alinhada ao perfil e objetivos de Benjamin é?

Resposta

83%

Para um cliente conservador, com baixa tolerância a risco e necessidade de liquidez anual, a recomendação mais alinhada é montar uma carteira predominantemente em títulos públicos federais pós-fixados atrelados à Selic (Tesouro Selic), preferencialmente escalonando vencimentos (estratégia de “escada/ladder”) para garantir resgates anuais.

Raciocínio passo a passo

  1. Perfil de risco: sendo conservador e com baixa tolerância a risco, a prioridade é preservação de capital e previsibilidade, evitando oscilações relevantes de preço no curto prazo.
  2. Liquidez anual: como ele precisa ter disponibilidade de recursos todo ano, faz sentido usar ativos com boa liquidez e/ou estruturar vencimentos para “cair” anualmente.
  3. Melhor encaixe em renda fixa:
    • Tesouro Selic tende a ser o mais adequado para o conservador com necessidade de liquidez, pois tem baixo risco de mercado em comparação a títulos prefixados ou IPCA+ (que podem oscilar mais antes do vencimento).
    • Para atender a “liquidez anual” sem depender de vender no meio do caminho, pode-se dividir o montante em lotes com vencimentos diferentes (ex.: uma parte para 1 ano, outra para 2 anos, etc.), mantendo também uma reserva de liquidez.
  4. O que evitar (em geral, para esse caso):
    • Concentrar em prefixados longos ou IPCA+ longos, pois podem apresentar marcação a mercado mais intensa, o que é desconfortável para quem tem baixa tolerância a risco e pode precisar do dinheiro em datas específicas.
    • Assumir risco de crédito elevado (ex.: crédito privado de emissores menos sólidos) se a prioridade é máxima segurança.

Conclusão: a recomendação mais alinhada é Tesouro Selic como núcleo da carteira, estruturado para liquidez anual (escada de vencimentos e/ou parcelas planejadas), por ser uma alternativa típica de conservadorismo + liquidez em renda fixa.

Alternativa correta: (não aplicável — a questão não trouxe as opções).

Explicação

Para um cliente conservador, com baixa tolerância a risco e necessidade de liquidez anual, a recomendação mais alinhada é montar uma carteira predominantemente em títulos públicos federais pós-fixados atrelados à Selic (Tesouro Selic), preferencialmente escalonando vencimentos (estratégia de “escada/ladder”) para garantir resgates anuais.

Raciocínio passo a passo

  1. Perfil de risco: sendo conservador e com baixa tolerância a risco, a prioridade é preservação de capital e previsibilidade, evitando oscilações relevantes de preço no curto prazo.
  2. Liquidez anual: como ele precisa ter disponibilidade de recursos todo ano, faz sentido usar ativos com boa liquidez e/ou estruturar vencimentos para “cair” anualmente.
  3. Melhor encaixe em renda fixa:
    • Tesouro Selic tende a ser o mais adequado para o conservador com necessidade de liquidez, pois tem baixo risco de mercado em comparação a títulos prefixados ou IPCA+ (que podem oscilar mais antes do vencimento).
    • Para atender a “liquidez anual” sem depender de vender no meio do caminho, pode-se dividir o montante em lotes com vencimentos diferentes (ex.: uma parte para 1 ano, outra para 2 anos, etc.), mantendo também uma reserva de liquidez.
  4. O que evitar (em geral, para esse caso):
    • Concentrar em prefixados longos ou IPCA+ longos, pois podem apresentar marcação a mercado mais intensa, o que é desconfortável para quem tem baixa tolerância a risco e pode precisar do dinheiro em datas específicas.
    • Assumir risco de crédito elevado (ex.: crédito privado de emissores menos sólidos) se a prioridade é máxima segurança.

Conclusão: a recomendação mais alinhada é Tesouro Selic como núcleo da carteira, estruturado para liquidez anual (escada de vencimentos e/ou parcelas planejadas), por ser uma alternativa típica de conservadorismo + liquidez em renda fixa.

Alternativa correta: (não aplicável — a questão não trouxe as opções).

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