Curvas de Indiferença: Represente graficamente as curvas de indiferença dos dois consumidores e interprete cada caso: do Marcelito: $U=f(A,B)=2A-5B$ e do Joãozito: $U=f(C,D)=C+2D$
Represente graficamente as curvas de indiferença dos dois consumidores e interprete cada caso: do Marcelito: e do Joãozito:
Marcelito: .
As curvas de indiferença são os conjuntos de cestas que mantêm constante em um nível ar U:
- Formato: retas.
- Inclinação (coeficiente angular): (reta crescente).
- Intercepto em : .
- Como desenhar (exemplo): escolha dois níveis, por exemplo:
- (passa pela origem).
- (reta paralela, deslocada para baixo).
Interpretação: aqui é um “bem” (aumenta utilidade) e é um “mal” (reduz utilidade), pois e . Por isso, para manter a mesma utilidade, se você aumenta , precisa aumentar também (daí a inclinação positiva) para “compensar” o aumento de utilidade trazido por com mais desutilidade de .
A taxa marginal de substituição (TMS) usual (mantendo constante) é:
Ou seja, ao aumentar em 1 unidade, é preciso aumentar em unidade para ficar indiferente.
Joãozito: .
Curvas de indiferença para nível :
- Formato: retas.
- Inclinação: (reta decrescente, caso “padrão” de dois bens).
- Intercepto em : .
- Como desenhar (exemplo):
- .
- (paralela acima: maior utilidade).
Interpretação: aqui ambos são bens, pois e . Assim, para manter a utilidade constante, se você aumenta , pode reduzir (trade-off), o que gera inclinação negativa.
A TMS (quanto de o consumidor abre mão ao ganhar 1 unidade de , mantendo ):
Ou seja, para aumentar em 1 unidade, ele pode reduzir em unidade e continuar indiferente.
Comparação final (o que o gráfico “mostra”):
- No Marcelito, as curvas são crescente porque um item é “bem” () e o outro é “mal” ().
- No Joãozito, as curvas são decrescentes porque ambos são “bens” e há substituição entre eles.
(Sem alternativas.)
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