Que já pode estar presente na gestação ou nas primeiras seis semanas após o nascimento do bebê. Habitualmente a manifestação se expressa por sintomas de ansiedade e/ou irritabilidade, perda da capacidade em sentir prazer, sono irregular, cansaço, desânimo, sentimentos de culpa, diminuição ou falta de apetite, falta de vontade para ter relações sexuais e, às vezes, ideação suicida, automutilação e agressividade podem estar presentes. Por vezes, a mulher não consegue oferecer à criança cuidados necessários de forma satisfatória, implicando até mesmo na dificuldade em conseguir amamentar. Casos que representem riscos, como de suicídio ou de infanticídio, devem ser encaminhados para a atenção especializada. O texto se refere a:
Questão
Que já pode estar presente na gestação ou nas primeiras seis semanas após o nascimento do bebê. Habitualmente a manifestação se expressa por sintomas de ansiedade e/ou irritabilidade, perda da capacidade em sentir prazer, sono irregular, cansaço, desânimo, sentimentos de culpa, diminuição ou falta de apetite, falta de vontade para ter relações sexuais e, às vezes, ideação suicida, automutilação e agressividade podem estar presentes. Por vezes, a mulher não consegue oferecer à criança cuidados necessários de forma satisfatória, implicando até mesmo na dificuldade em conseguir amamentar. Casos que representem riscos, como de suicídio ou de infanticídio, devem ser encaminhados para a atenção especializada.
O texto se refere a:
Alternativas
a. Blues pós-parto
b. Puerpério
c. Cuidado neonatal
d. Depressão pós-parto
Explicação
O quadro descrito inclui sintomas intensos e persistentes (anedonia, irritabilidade/ansiedade, alteração de sono e apetite, culpa, desânimo) com possível prejuízo do cuidado com o bebê e sinais de gravidade como ideação suicida, automutilação e risco de infanticídio, exigindo encaminhamento especializado. Isso caracteriza depressão pós-parto, que pode iniciar na gestação ou nas primeiras semanas após o parto.
O blues pós-parto é mais leve, muito comum, transitório (geralmente melhora espontaneamente em até cerca de 2 semanas) e não costuma envolver risco de suicídio/infanticídio nem incapacidade importante de cuidar do recém-nascido.