O racismo institucional é a negação coletiva de uma organização em prestar serviços adequados para pessoas por causa de sua cor, cultura ou origem étnica. Pode estar associado a formas de preconceito inconsciente, desconsideração e reforço de estereótipos que colocam algumas pessoas em situações de desvantagem. GIDDENS, A. Sociologia. Porto Alegre: Penso, 2012 (com adaptações). O argumento apresentado no texto permite o questionamento de pressupostos de universalidade e justifica a institucionalização de políticas antirracismo. No Brasil, um exemplo desse tipo de política é a:

Questão

O racismo institucional é a negação coletiva de uma organização em prestar serviços adequados para pessoas por causa de sua cor, cultura ou origem étnica. Pode estar associado a formas de preconceito inconsciente, desconsideração e reforço de estereótipos que colocam algumas pessoas em situações de desvantagem.

GIDDENS, A. Sociologia. Porto Alegre: Penso, 2012 (com adaptações).

O argumento apresentado no texto permite o questionamento de pressupostos de universalidade e justifica a institucionalização de políticas antirracismo. No Brasil, um exemplo desse tipo de política é a:

Alternativas

a) Reforma do Código Penal, que procura beneficiar pessoas mais vulneráveis do ponto de vista social.

b) Elevação da renda mínima, que garantiria igualdade de condições para todos, independentemente da etnia.

c) Adoção de ações afirmativas e de sistemas de cotas.

96%

d) Revisão da legislação eleitoral, que impede que grupos majoritários tenham maior representação no Congresso.

e) Censura aos meios de comunicação, com o objetivo de não divulgar dados estatísticos que possam estimular conflitos étnicos e raciais no país

Explicação

  1. O texto define racismo institucional como a falha/negação coletiva de organizações em ofertar serviços adequados por causa de cor, cultura ou origem étnica, produzindo desvantagens sistemáticas.
  2. Se a desigualdade é produzida por práticas e rotinas institucionais (inclusive por preconceitos inconscientes e estereótipos), então tratar todos “de forma igual” de maneira abstrata (universalidade formal) não garante igualdade real de oportunidades.
  3. Por isso, justificam-se políticas antirracistas que intervenham diretamente para corrigir desvantagens históricas e estruturais, promovendo equidade no acesso a direitos (educação, trabalho etc.).
  4. No Brasil, o exemplo mais característico de política pública com esse objetivo são as ações afirmativas, especialmente os sistemas de cotas (por exemplo, em universidades e concursos), que buscam compensar desigualdades raciais estruturais.

Alternativa correta: (c).

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