Nos casos de ruptura labial acetabular, o tratamento pode ser conservador ou cirúrgico. No caso cirúrgico, a fisioterapia é indispensável no pós-operatório. De uma forma global, o tratamento é dividido em 3 fases. Observe as abordagens listadas a seguir. I - Uso de muletas. II - Elevação da perna reta. III - Exercício de ponte. IV - Exercício de equilíbrio. V - Isometria de quadríceps. Indique a alternativa com abordagens permitidas na fase 1.

Questão

Nos casos de ruptura labial acetabular, o tratamento pode ser conservador ou cirúrgico. No caso cirúrgico, a fisioterapia é indispensável no pós-operatório. De uma forma global, o tratamento é dividido em 3 fases. Observe as abordagens listadas a seguir.

I - Uso de muletas.

II - Elevação da perna reta.

III - Exercício de ponte.

IV - Exercício de equilíbrio.

V - Isometria de quadríceps.

Indique a alternativa com abordagens permitidas na fase 1.

Alternativas

a) I, II, III e IV.

b) I, III, IV e V.

c) I, II, IV e V.

d) I, II e III.

e) I, II e V.

72%

Explicação

Na reabilitação pós-operatória da ruptura labral acetabular (geralmente por artroscopia), a fase 1 tem como objetivos principais: proteger o reparo, controlar dor/edema, manter ativação muscular e evitar cargas e amplitudes que aumentem o estresse sobre o labrum e a articulação.

Analisando as abordagens:

I – Uso de muletas. Permitido e típico da fase 1, pois reduz a carga/estresse no quadril e protege a estrutura reparada.

II – Elevação da perna reta (straight leg raise). Pode ser utilizada na fase inicial (com critério), pois é um exercício de baixo impacto que busca manter força/controle, desde que não provoque dor e respeite as restrições de movimento e de ativação do flexor do quadril definidas pelo protocolo.

III – Exercício de ponte. Em geral é introduzido mais adiante, pois aumenta demanda de estabilização e pode elevar cargas compressivas/forças no quadril. Não é a abordagem mais característica/segura para a fase 1 de forma global.

IV – Exercício de equilíbrio. Normalmente envolve apoio e carga (frequentemente unipodal ou com transferência de peso), sendo mais compatível com fases posteriores, quando a descarga de peso e o controle neuromuscular já estão melhores.

V – Isometria de quadríceps. Clássico da fase 1: mantém recrutamento muscular, ajuda na prevenção de inibição/déficit de força sem exigir grande movimento articular.

Assim, na fase 1, as abordagens globalmente permitidas são I, II e V.

Resposta: I, II e V.

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