Uma gestora de private equity está analisando três empresas para potencial investimento: Empresa A: Startup pré-operacional de biotecnologia, alto risco tecnológico. Empresa B: Empresa de tecnologia com receita recorrente, busca expansão sem perder controle. Empresa C: Indústria endividada, com ativos subutilizados e potencial de reestruturação. Com base nas características, o tipo de investimento mais adequado para cada empresa é:

Questão

Uma gestora de private equity está analisando três empresas para potencial investimento: Empresa A: Startup pré-operacional de biotecnologia, alto risco tecnológico. Empresa B: Empresa de tecnologia com receita recorrente, busca expansão sem perder controle. Empresa C: Indústria endividada, com ativos subutilizados e potencial de reestruturação. Com base nas características, o tipo de investimento mais adequado para cada empresa é:

Alternativas

( ) Empresa A: seed capital; Empresa B: growth capital (aporte minoritário); Empresa C: buyout (via LBO).

92%

( ) Empresa A: venture capital; Empresa B: seed capital; Empresa C: turnaround (expansão orgânica).

( ) Empresa A: seed capital; Empresa B: growth capital (via aquisição alavancada); Empresa C: turnaround (investimento minoritário).

( ) Empresa A: growth capital; Empresa B: venture capital; Empresa C: buyout (expansão agressiva).

Explicação

Vamos casar o perfil de cada empresa com a modalidade típica de investimento em private equity/venture:

  1. Empresa A: startup pré-operacional de biotecnologia, alto risco tecnológico
  • É um caso clássico de estágio muito inicial, antes de operação/receita, em que o capital financia validação, P&D, provas de conceito etc.
  • A modalidade mais aderente é seed capital (capital semente). Embora “venture capital” também atue em early stage, o enunciado reforça “pré-operacional”, o que aponta mais diretamente para seed.
  1. Empresa B: empresa de tecnologia com receita recorrente, quer expandir sem perder controle
  • Já existe tração/receita (recorrente) e o objetivo é crescimento, normalmente com aporte minoritário para financiar expansão (produto, vendas, internacionalização) sem troca de controle.
  • Isso caracteriza growth capital (aporte minoritário).
  1. Empresa C: indústria endividada, ativos subutilizados e potencial de reestruturação
  • Perfil típico de operação em que o investidor pode adquirir controle, reestruturar, otimizar ativos e desalavancar.
  • Em private equity, uma forma comum é um buyout, frequentemente estruturado como LBO (Leveraged Buyout) quando faz sentido usar alavancagem e os ativos/fluxos dão suporte à estrutura.

Comparando com as alternativas, a única que encaixa coerentemente os três casos é a primeira.

Alternativa correta: (A).

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