Atenção Primária: Paciente de 31 anos, masculino, previamente hígido, IMC 32,4 kg/m2 e sem histórico familiar relevante, comparece ao consultório queixando de dor em região epigástrica do tipo queimação, plenitude gástrica e regurgitações há 1 ano, de forma ocasional. Ao exame físico, apresenta dor leve à palpação de epigástrio, sem demais alterações. Ele nega uso de anti-inflamatórios não esteroidais. Considerando a principal hipótese diagnóstica para o caso, como conduta inicial, você deve:
Paciente de 31 anos, masculino, previamente hígido, IMC 32,4 kg/m2 e sem histórico familiar relevante, comparece ao consultório queixando de dor em região epigástrica do tipo queimação, plenitude gástrica e regurgitações há 1 ano, de forma ocasional. Ao exame físico, apresenta dor leve à palpação de epigástrio, sem demais alterações. Ele nega uso de anti-inflamatórios não esteroidais. Considerando a principal hipótese diagnóstica para o caso, como conduta inicial, você deve:
A) Encaminhar ao gastroenterologista, pois essa é uma condição que necessita, em todos os casos, de manejo pelo especialista.
B) Orientar medidas não farmacológicas (perda de peso, elevação da cabeceira, evitar deitar logo após as refeições, suspensão do tabagismo e etilismo), prescrever inibidor de bomba de prótons e solicitar ultrassonografia abdominal total.
C) Orientar medidas não farmacológicas (perda de peso, elevação da cabeceira, evitar ingerir líquidos com as refeições, suspensão do tabagismo e etilismo) e realizar teste terapêutico com inibidor de bomba de prótons por 4-8 semanas.
D) Só iniciar o tratamento após realização de endoscopia digestiva alta, pois o paciente apresenta sinais de alarme.
E) Encaminhar ao cirurgião do trato digestivo para que possa ser realizado o planejamento da correção cirúrgica o mais breve possível.
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