Luciana é uma investidora moderada que quer se expor a criptoativos sem operar diretamente em exchanges nem usar carteiras digitais. Ela busca valorização no longo prazo, com baixa complexidade e ambiente regulado. Após consultar Bruno, especialista em investimentos, entende que a alternativa compatível com seu perfil seria:
Questão
Luciana é uma investidora moderada que quer se expor a criptoativos sem operar diretamente em exchanges nem usar carteiras digitais. Ela busca valorização no longo prazo, com baixa complexidade e ambiente regulado. Após consultar Bruno, especialista em investimentos, entende que a alternativa compatível com seu perfil seria:
Alternativas
( ) Investir via fundos de investimento com exposição a criptoativos, como ETFs de Bitcoin, ou derivativos listados, permite acesso regulado, sem exigência de operação direta com criptoativos e com supervisão da CVM.
( ) Luciana pode investir diretamente em criptomoedas por meio de exchanges brasileiras com KYC completo, garantindo exposição direta e liquidez, ainda que sob responsabilidade individual quanto à custódia e gestão dos ativos.
( ) A melhor opção para Luciana seria negociar criptoativos em plataformas peer-to-peer (P2P), pois assim ela mantém flexibilidade total, sem intermediação de instituições financeiras e com maior controle sobre os preços praticados.
( ) Luciana pode utilizar carteiras de autocustódia com staking automático, mantendo seus ativos fora do sistema financeiro tradicional, o que elimina a necessidade de intermediação e obrigações fiscais no Brasil.
Explicação
- O enunciado descreve uma investidora moderada que quer:
- exposição a criptoativos sem operar em exchanges;
- sem usar carteiras digitais (evitar autocustódia);
- baixa complexidade;
- ambiente regulado;
- objetivo de longo prazo.
- Analisando as alternativas:
- Fundos/ETFs/derivativos listados: dão exposição ao tema cripto em um veículo regulado, com intermediação profissional, sem exigir que a investidora crie carteira, gerencie chaves, faça custódia ou opere diretamente em exchange. Isso combina com “baixa complexidade” e “ambiente regulado”.
- Compra direta em exchange: apesar de poder ter KYC, ainda envolve operar exchange e lidar com custódia/gestão (ou ao menos risco operacional), contrariando o que ela quer.
- P2P: normalmente aumenta riscos e complexidade (contraparte, preço, golpes) e é menos aderente ao objetivo de “ambiente regulado” e “baixa complexidade”.
- Autocustódia + staking: exige carteira digital e gestão de chaves; além disso, é falsa a ideia de “eliminar obrigações fiscais no Brasil”.
- Logo, a alternativa compatível com o perfil e restrições da Luciana é a que propõe investir via fundos/ETFs/derivativos listados.
Alternativa correta: (A).