Após infecção pelo vírus da dengue, é recomendado aguardar seis meses para o início do esquema vacinal com a vacina dengue (atenuada). Caso a infecção ocorra após o início do esquema, não há alteração no intervalo entre a D1 e a D2, desde que a D2 não seja realizada com o período inferior a 30 dias do início da doença. Esse intervalo não prejudica a resposta imunológica para a complementação do esquema vacinal, não sendo necessário reiniciá-lo. Com relação ao esquema da vacina da dengue, a afirmativa acima é verdadeira ou falsa?
Questão
Após infecção pelo vírus da dengue, é recomendado aguardar seis meses para o início do esquema vacinal com a vacina dengue (atenuada). Caso a infecção ocorra após o início do esquema, não há alteração no intervalo entre a D1 e a D2, desde que a D2 não seja realizada com o período inferior a 30 dias do início da doença. Esse intervalo não prejudica a resposta imunológica para a complementação do esquema vacinal, não sendo necessário reiniciá-lo.
Com relação ao esquema da vacina da dengue, a afirmativa acima é verdadeira ou falsa?
Alternativas
Verdadeira
Falsa
Explicação
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A vacina dengue (atenuada) usada no SUS (Qdenga/TAK-003) tem esquema de 2 doses (D1 e D2) com intervalo de 3 meses (90 dias) entre elas.
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Portanto, a afirmativa erra ao dizer que “não há alteração no intervalo entre a D1 e a D2” e ao usar como regra apenas “não realizar D2 com período inferior a 30 dias do início da doença”. O ponto central é que o intervalo recomendado entre D1 e D2 é de 3 meses, e a condução após infecção intercurrente deve respeitar esse esquema (não é um intervalo livre, nem baseado só em 30 dias após a doença).
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A parte sobre “aguardar seis meses após infecção para iniciar o esquema” também não é uma regra universal do esquema vacinal da Qdenga; a recomendação programática vigente é baseada no esquema de 2 doses com 3 meses de intervalo e em orientações específicas do PNI/serviço, não nessa espera fixa de 6 meses como condição do esquema.
Alternativa correta: (B).