O verbo pôr é um caso especial. Ouça a explicação de seu professor e escreva abaixo suas conclusões.
Questão
O verbo pôr é um caso especial. Ouça a explicação de seu professor e escreva abaixo suas conclusões.
Resposta
92%O verbo pôr é um caso especial porque, embora termine em -or, ele não pertence à 2ª conjugação (como vender), e sim à mesma família do verbo “poer” (forma antiga), por isso é considerado da 2ª conjugação (-er).
Além disso, os verbos derivados de pôr mantêm essa característica e também são especiais, por exemplo: compor, decompor, propor, repor, supor, impor, etc.
Na conjugação, ele apresenta formas próprias, como:
- Presente: ponho, pões, põe, pomos, pondes, põem;
- Pretérito perfeito: pus, puseste, pôs, pusemos, pusestes, puseram.
Conclusão: “pôr” e seus derivados são verbos irregulares e especiais, pois não seguem o modelo comum dos verbos terminados em -ar, -er, -ir.
Explicação
A questão é aberta (não há alternativas) e pede para registrar as conclusões sobre por que o verbo pôr é especial.
- Em português, os verbos são geralmente classificados em três conjugações pelo final do infinitivo:
- 1ª: -ar (cantar)
- 2ª: -er (vender)
- 3ª: -ir (partir)
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O verbo pôr é “especial” porque termina em -or, o que foge do padrão. Mesmo assim, ele é tradicionalmente ligado à 2ª conjugação, pois vem historicamente de uma forma antiga (poer), o que explica não ser de 3ª conjugação nem um verbo regular.
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Ele também é especial/irregular por apresentar radicais e formas próprias em vários tempos, como:
- Presente do indicativo: ponho / pões / põe...
- Pretérito perfeito: pus / pôs / puseram...
- Os verbos derivados (com prefixos) seguem a mesma lógica: propor, compor, supor, impor, etc., mantendo irregularidades semelhantes.
Assim, as conclusões esperadas envolvem: classificação (2ª conjugação por origem), terminação fora do padrão (-or) e irregularidades na flexão.