A adulteração de alimentos pode comprometer sua qualidade e segurança. Segundo Mahan, Escott-Stump e Raymond (2013), quais são algumas das formas mais comuns de adulteração alimentar?

Questão

A adulteração de alimentos pode comprometer sua qualidade e segurança. Segundo Mahan, Escott-Stump e Raymond (2013), quais são algumas das formas mais comuns de adulteração alimentar?

Resposta

78%

Segundo Mahan, Escott-Stump e Raymond (2013), formas comuns de adulteração de alimentos incluem: (1) adição de substâncias para aumentar volume/peso (ex.: água, amido, outros diluentes), (2) substituição total ou parcial por ingrediente de menor valor, (3) retirada de componentes naturais valiosos (ex.: remoção de gordura do leite/creme antes da venda), (4) uso de corantes/aromatizantes para mascarar alterações e simular frescor/qualidade, e (5) rotulagem/declaração enganosa de identidade, composição, origem ou pureza do produto.

Explicação

  1. Ideia central do conceito: adulteração alimentar é toda intervenção intencional que altera a identidade/composição do alimento para gerar vantagem econômica ou mascarar baixa qualidade, podendo comprometer a segurança.

  2. Formas mais comuns (conforme a classificação típica apresentada por Mahan, Escott-Stump e Raymond, 2013):

  • Adição de substâncias (diluição/“estiramento”): inserir materiais mais baratos (como água, amido, soro, açúcares, espessantes etc.) para aumentar massa/volume e reduzir custo.

  • Substituição parcial ou total: trocar um ingrediente nobre por outro de menor valor (por exemplo, usar óleos mais baratos no lugar de um óleo declarado no rótulo; trocar espécie de peixe/carne por outra).

  • Remoção de componentes valiosos: retirar parte de um constituinte natural para vender o produto como se estivesse íntegro (por exemplo, desnatamento parcial do leite sem declarar; remoção de sólidos de extratos).

  • Mascaramento por aditivos/alteração sensorial: empregar corantes, aromatizantes ou outros agentes para simular qualidade (cor, cheiro, sabor) e ocultar deterioração, baixa concentração do ingrediente verdadeiro ou processamento inadequado.

  • Rotulagem enganosa (fraude de identidade/pureza/origem): declarar no rótulo características que o produto não possui (origem, composição, “100%”, espécie, teor, pureza), o que caracteriza adulteração por falsidade de informação.

Essas práticas são consideradas comuns porque envolvem mecanismos simples (adicionar, substituir, retirar ou “maquiar” e rotular de forma indevida) e geralmente têm motivação econômica.

Alternativa correta: (sem alternativas).

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