A sequência dada é: 1,4; 6,7; 11,10; 16,13;…
Note que ela intercala dois padrões:
- As posições ímpares: 1,4; 11,10; … (cresce de 9,6 em 9,6)
- As posições pares: 6,7; 16,13; … (cresce de 9,6 em 9,6)
Isso sugere uma progressão aritmética (PA) com razão constante. Vamos confirmar pela diferença entre termos consecutivos:
6,7−1,4=5,3;
11,10−6,7=4,4;
16,13−11,10=5,03.
Como a escrita com vírgula pode indicar números decimais, a forma mais consistente é interpretar os termos como pares ordenados (muito comum em enunciados com vírgula/ ponto e vírgula):
(1,4), (6,7), (11,10), (16,13),…
Ou seja, cada termo é um par (xn,yn).
Então:
-
xn: 1,6,11,16,… é uma PA de razão 5.
Logo, xn=1+(n−1)⋅5=5n−4.
-
yn: 4,7,10,13,… é uma PA de razão 3.
Logo, yn=4+(n−1)⋅3=3n+1.
A “soma dos n primeiros termos” da sequência de pares costuma significar somar os valores numéricos obtidos por xn+yn em cada termo, isto é, considerar a sequência an=xn+yn.
Assim:
an=(5n−4)+(3n+1)=8n−3.
Agora an é uma PA com a1=8⋅1−3=5 e razão r=8.
A soma dos n primeiros termos de uma PA é:
Sn=2n(2a1+(n−1)r).
Substituindo a1=5 e r=8:
Sn=2n(2⋅5+(n−1)⋅8)=2n(10+8n−8)=2n(8n+2)=n(4n+1).
Porém, se a intenção do enunciado for somar separadamente as coordenadas (somatório vetorial), então:
∑k=1n(xk,yk)=(∑k=1nxk,∑k=1nyk).
Calculando:
∑k=1nxk=2n(x1+xn)=2n(1+(5n−4))=2n(5n−3).
∑k=1nyk=2n(y1+yn)=2n(4+(3n+1))=2n(3n+5).
Somando essas duas somas (caso peçam a soma “total” das componentes):
Sn=∑xk+∑yk=2n(5n−3)+2n(3n+5)=2n(8n+2)=n(4n+1).
Como resultado final numérico (mais usual), fica:
Sn=n(4n+1)=2n(8n+2)=2n(10n−3) (forma equivalente por simplificação algébrica conforme a interpretação adotada do termo).