One of the reasons for not teaching speaking at basic education English classes is the assumption that students do not know enough English to produce spoken language. Considering the texts, an appropriate assessment activity for the development of oral language should

Questão

One of the reasons for not teaching speaking at basic education English classes is the assumption that students do not know enough English to produce spoken language. Considering the texts, an appropriate assessment activity for the development of oral language should

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TEXT 1: The point is that as language teachers, we should never forget that issues of power and language are intimately connected. For example, it is unfair, but nevertheless true, that native speakers of a language are permitted to create neologisms, as I have done with "grammaring". Such a coinage, however, might have been corrected if a nonnative speaker of English had been its author. (LARSEN-FREEMAN, D. Teaching Language: from Grammar to Grammaring. Boston: Heinle, 2003.)

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TEXT 2: Situar a língua inglesa em seu status de língua franca implica compreender que determinadas crenças — como a de que há um "inglês melhor" para se ensinar, ou um "nível de proficiência" específico a ser alcançado pelo estudante — precisam ser relativizadas. Isso exige do professor uma atitude de acolhimento e legitimação de diferentes formas de expressão na língua, como o uso de ain't para fazer a negação, e não apenas formas "padrão" como isn't ou aren't. (BRASIL. Base Nacional Comum Curricular.)

Alternativas

A) incorporate phonology.

B) highlight fluency.

C) foreground accuracy.

D) prioritize intelligibility.

92%

Explicação

Os dois textos defendem uma visão de língua inglesa menos normativista e mais inclusiva.

  • Texto 1 (Larsen-Freeman) destaca relações de poder: falantes nativos tendem a ter suas “inovações” aceitas, enquanto falantes não nativos são mais frequentemente corrigidos. Isso problematiza uma avaliação centrada em “falar como nativo”.
  • Texto 2 (BNCC) coloca o inglês como língua franca e afirma que crenças como existir um “inglês melhor” ou um nível único de proficiência precisam ser relativizadas, com legitimação de diferentes formas de expressão (ex.: uso de ain’t), não apenas as formas padrão.

Assim, uma atividade de avaliação da oralidade coerente com essa perspectiva deve focar no que permite a comunicação acontecer, mesmo com variações e “desvios” do padrão. Isso aponta para inteligibilidade (ser compreendido e compreender), e não para:

  • accuracy (correção gramatical “padrão”);
  • apenas phonology (pronúncia como fim em si), nem
  • somente fluency (falar rápido/sem pausas), que pode ocorrer sem necessariamente garantir compreensão.

Logo, a avaliação mais apropriada é a que prioriza a inteligibilidade.

Alternativa correta: (D).

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