Com base na política da instituição e no perfil de risco, o profissional que avalia a operação e orienta Vinícius a:
Questão
Com base na política da instituição e no perfil de risco, o profissional que avalia a operação e orienta Vinícius a:
Alternativas
reconsiderar o valor de entrada, como reforço, mantendo a alienação fiduciária como garantia, documentando a recente formalização da renda como fator atenuante do risco.
aderir a um consórcio de veículos, em vez do financiamento, destacando a possibilidade de um custo final menor e o comprometimento mensal mais acessível.
Considerar a Substituição por uma fiança, dada a ausência de histórico de renda formal estável e de bens registados em nome de Vinícius.
Desistir do financiamento já que ele não tem garantias reais adicionais e um vínculo empregatício recente, e a financeira prioriza clientes com maior tempo de estabilidade.
Explicação
Para decidir a orientação correta, é preciso combinar política de concessão de crédito (garantias aceitas) com o perfil de risco do cliente.
- Cenário de risco do Vinícius (pelo enunciado implícito nas alternativas)
- Há vínculo empregatício recente e histórico curto de renda formal, o que aumenta o risco (menor previsibilidade de pagamento).
- Não aparece a existência de bens relevantes em nome dele nem estabilidade longa.
- O que a instituição tende a fazer em risco aumentado (sem necessariamente negar a operação) Em operações de financiamento com alienação fiduciária do próprio veículo, a prática é mitigar o risco ajustando parâmetros como:
- aumentar a entrada (reduz LTV, reduz exposição, melhora chance de aprovação);
- manter a garantia real (o veículo alienado), porque é a estrutura padrão do financiamento e dá mais proteção ao credor;
- documentar/registrar fatores atenuantes (como formalização recente da renda), mas sem tratar isso como “garantia” por si só.
- Análise das alternativas
- (A) Propõe reforçar a entrada e manter a alienação fiduciária, além de registrar a formalização da renda como atenuante. Isso é exatamente uma medida típica de mitigação de risco sem inviabilizar o crédito.
- (B) Consórcio não é orientação típica de quem está avaliando uma operação de crédito sob política interna; além disso, consórcio não resolve o risco de crédito do financiamento (é outro produto, outra lógica).
- (C) “Substituição por fiança” é inadequado: fiança é garantia pessoal, em geral menos robusta que a alienação fiduciária (garantia real) e ainda depende da qualidade do fiador (não informada).
- (D) “Desistir do financiamento” é medida extrema e não decorre necessariamente do risco descrito; normalmente se tenta ajustar condições (entrada/prazo/renda comprovada) antes de negar.
Logo, a orientação mais alinhada à política e ao gerenciamento de risco é reforçar a entrada mantendo a alienação fiduciária.
Alternativa correta: (A).
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