Com base na contextualização acima e no conteúdo da Aula 3, Tema 1, sobre estruturas de preferências, analise as assertivas abaixo e correlacione corretamente as colunas, assinalando a alternativa que traz a sequência correta ao final: I - Preferência fraca ( ) corresponde à “[...] existência de razões claras para o decisor, que justifiquem a preferência P ou a preferência J em favor de um dos dois elementos, embora não exista nenhuma divisão significativa estabelecida entre as situações de preferência estrita, fraca e indiferença” (Almeida, 2013, p. 29-30). II - Não preferência ( ) “[...] corresponde à existência de razões claras para o decisor, que invalidam a preferência estrita em favor de um dos dois elementos, mas essas razões são insuficientes para distinguir [...] uma preferência estrita em favor do outro” (Almeida, 2013, p. 29), ou seja, prefere-se um pouco B a A. III - Preferência J ou presunção de preferência ( ) corresponde à existência de “[...] razões claras para o decisor, que justificam a preferência fraca, sem se preocupar o quão fraca, em favor de um dos dois elementos, embora não exista nenhuma divisão significativa estabelecida entre a situações de preferência e indiferença” (Almeida, 2013, p. 29). IV - Sobreclassificação ( ) “[...] corresponde a uma ausência de situações claras para o decisor, para justificar a preferência estrita ou preferência fraca em favor de um dos elementos” (Almeida, 2013, p. 29), ou seja, há uma situação de indiferença diante de duas alternativas, sem que se seja capaz de um diferenciamento entre ambas.

Questão

Com base na contextualização acima e no conteúdo da Aula 3, Tema 1, sobre estruturas de preferências, analise as assertivas abaixo e correlacione corretamente as colunas, assinalando a alternativa que traz a sequência correta ao final:

I - Preferência fraca ( ) corresponde à “[...] existência de razões claras para o decisor, que justifiquem a preferência P ou a preferência J em favor de um dos dois elementos, embora não exista nenhuma divisão significativa estabelecida entre as situações de preferência estrita, fraca e indiferença” (Almeida, 2013, p. 29-30).

II - Não preferência ( ) “[...] corresponde à existência de razões claras para o decisor, que invalidam a preferência estrita em favor de um dos dois elementos, mas essas razões são insuficientes para distinguir [...] uma preferência estrita em favor do outro” (Almeida, 2013, p. 29), ou seja, prefere-se um pouco B a A.

III - Preferência J ou presunção de preferência ( ) corresponde à existência de “[...] razões claras para o decisor, que justificam a preferência fraca, sem se preocupar o quão fraca, em favor de um dos dois elementos, embora não exista nenhuma divisão significativa estabelecida entre a situações de preferência e indiferença” (Almeida, 2013, p. 29).

IV - Sobreclassificação ( ) “[...] corresponde a uma ausência de situações claras para o decisor, para justificar a preferência estrita ou preferência fraca em favor de um dos elementos” (Almeida, 2013, p. 29), ou seja, há uma situação de indiferença diante de duas alternativas, sem que se seja capaz de um diferenciamento entre ambas.

Alternativas

A) III, II, IV, I

B) IV, II, I, III

72%

C) III, I, IV, II

D) I, II, IV, III

E) IV, I, III, II

Explicação

Para correlacionar corretamente, basta identificar qual definição (trecho citado de Almeida, 2013) descreve cada relação de preferência.

1) Preferência fraca (I) O enunciado de I diz que há “razões claras” para justificar P (preferência estrita) ou J (presunção de preferência), mas sem uma divisão significativa entre preferência estrita, fraca e indiferença. Essa redação descreve a ideia de uma relação de sobreclassificação (ou de “limiar” pouco nítido entre as categorias), em que as fronteiras entre os estados de preferência não são claramente separáveis. → Portanto, I corresponde à Sobreclassificação.

2) Não preferência (II) A descrição de II afirma que existem razões que invalidam a preferência estrita por um elemento, mas não são suficientes para caracterizar uma preferência estrita pelo outro; isso traduz uma situação de preferência muito pequena/leve (um “prefere-se um pouco”). Na estrutura apresentada, isso é característico da Preferência fraca. → Portanto, II corresponde à Preferência fraca.

3) Preferência J / presunção de preferência (III) O trecho de III diz que existem razões claras que justificam a preferência fraca, “sem se preocupar o quão fraca”, e novamente ressalta que não há divisão significativa entre preferência e indiferença. Esse é justamente o sentido de J (presunção de preferência): uma preferência sustentada, mas próxima da zona limítrofe com a indiferença. → Portanto, III corresponde à Preferência J (presunção de preferência).

4) Sobreclassificação (IV) O texto de IV descreve “ausência de situações claras” para justificar preferência estrita ou fraca, levando a uma indiferença (não se consegue diferenciar). Na estrutura de preferências, isso corresponde à Não preferência (interpretação como ausência de preferência clara, i.e., indiferença). → Portanto, IV corresponde à Não preferência.

Assim, na ordem pedida (I, II, III, IV), obtemos:

  • I → Sobreclassificação (IV)
  • II → Preferência fraca (II)
  • III → Preferência J (I)
  • IV → Não preferência (III)

Logo, a sequência é IV, II, I, III, que corresponde à alternativa B.

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