Figuras de Linguagem: Destino Pastora de nuvens, fui posta a serviço por uma campina desamparada que não principia e também não termina, onde nunca é noite e nunca madrugada. (Pastores da terra, vós tendes sossego, que olhais para o sol e encontrais direção. Sabeis quando é tarde, sabeis quando é cedo. Eu, não.) Esse trecho faz parte de um poema de Cecília Meireles, intitulado "Destino", uma espécie de profissão de fé da autora. Considerando-se as figuras de linguagem utilizadas no texto, pode-se dizer que
Destino
Pastora de nuvens, fui posta a serviço por uma campina desamparada que não principia e também não termina, onde nunca é noite e nunca madrugada.
(Pastores da terra, vós tendes sossego, que olhais para o sol e encontrais direção. Sabeis quando é tarde, sabeis quando é cedo. Eu, não.)
Esse trecho faz parte de um poema de Cecília Meireles, intitulado "Destino", uma espécie de profissão de fé da autora. Considerando-se as figuras de linguagem utilizadas no texto, pode-se dizer que
A) as duas estrofes são uma metáfora de um pleno sentimento de paz.
B) o texto revela eufemismo e paradoxo entre dois universos de atuação, com as mesmas implicações.
C) há, nos versos, comparação entre atividades agrícolas e outras, voltadas à pecuária.
D) o verso "Sabeis quando é tarde, sabeis quando é cedo." contém uma antítese.
E) as estrofes apresentam, em sentido figurado, a defesa da preservação das ocupações voltadas ao campo.
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