O termo "inteligência emocional" parece ter-se originado com Wayne Payne (1985), mas foi popularizado, em 1995, por Daniel Goleman, autor do livro Inteligência emocional. Segundo Goleman, a inteligência emocional refere-se à capacidade de identificar nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivar e de gerenciar bem as emoções dentro de nós e em nossos relacionamentos. Pesquisas já estimaram que apenas 15% das preferências psicológicas das pessoas são genéticas, sendo que o restante das preferências são adquiridas ao longo da vida. Se entendermos um pouco como funciona nosso cérebro, identificando qual o hemisfério dominante, poderemos desenvolver um estilo de trabalho e uma forma de relacionamento que estejam em sincronia com nossas preferências psicológicas. I. Os indivíduos emocionalmente inteligentes são os que usam a razão para compreender e lidar com as emoções. II. As emoções podem tornar o pensamento mais inteligente, e a inteligência pode permitir pensar e usar de modo mais adequado as emoções. III. Ela é essencial para a criação de carreiras profissionais prósperas e relacionamentos profissionais equilibrados e produtivos, mas não devemos aplicar os mesmos conceitos nos relacionamentos afetivos e familiares. IV. Se alguém se sente abusado emocionalmente em seu trabalho e não consegue manifestar sua raiva ou insatisfação poderá, mais tarde, discutir com o cônjuge, filhos ou amigos por qualquer razão. V. Nosso rendimento no trabalho não pode ser afetado pelo descontrole emocional, por isso devemos incentivar as pessoas a separar a razão da emoção e nossa vida pessoal da profissional. De acordo com a definição de inteligência emocional citada no texto, podemos dizer que são verdadeiras as alternativas:
Questão
O termo "inteligência emocional" parece ter-se originado com Wayne Payne (1985), mas foi popularizado, em 1995, por Daniel Goleman, autor do livro Inteligência emocional. Segundo Goleman, a inteligência emocional refere-se à capacidade de identificar nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivar e de gerenciar bem as emoções dentro de nós e em nossos relacionamentos. Pesquisas já estimaram que apenas 15% das preferências psicológicas das pessoas são genéticas, sendo que o restante das preferências são adquiridas ao longo da vida. Se entendermos um pouco como funciona nosso cérebro, identificando qual o hemisfério dominante, poderemos desenvolver um estilo de trabalho e uma forma de relacionamento que estejam em sincronia com nossas preferências psicológicas.
I. Os indivíduos emocionalmente inteligentes são os que usam a razão para compreender e lidar com as emoções.
II. As emoções podem tornar o pensamento mais inteligente, e a inteligência pode permitir pensar e usar de modo mais adequado as emoções.
III. Ela é essencial para a criação de carreiras profissionais prósperas e relacionamentos profissionais equilibrados e produtivos, mas não devemos aplicar os mesmos conceitos nos relacionamentos afetivos e familiares.
IV. Se alguém se sente abusado emocionalmente em seu trabalho e não consegue manifestar sua raiva ou insatisfação poderá, mais tarde, discutir com o cônjuge, filhos ou amigos por qualquer razão.
V. Nosso rendimento no trabalho não pode ser afetado pelo descontrole emocional, por isso devemos incentivar as pessoas a separar a razão da emoção e nossa vida pessoal da profissional.
De acordo com a definição de inteligência emocional citada no texto, podemos dizer que são verdadeiras as alternativas:
Alternativas
a) III, IV e V
b) II, III e IV
c) I, II e IV
d) II, III e V
e) I, III e IV
Explicação
Pela definição citada (Goleman), inteligência emocional envolve identificar emoções em si e nos outros, motivar-se e gerenciar bem as emoções nos relacionamentos. Avaliando as afirmações:
I. Verdadeira. A ideia de usar a razão para compreender e lidar com as emoções está alinhada ao “gerenciar bem as emoções”.
II. Verdadeira. É compatível com a noção de que emoção e cognição interagem: emoções podem melhorar o pensamento, e a inteligência ajuda a regular/usar melhor as emoções — coerente com “gerenciar” emoções.
III. Falsa. O texto fala em gerir emoções “em nossos relacionamentos” (em geral). Não faz sentido dizer que isso vale só para relações profissionais e não para afetivas e familiares.
IV. Verdadeira. Descreve um efeito típico de má regulação emocional (deslocamento/“descarregar” em outros contextos), o que reforça a importância de gerenciar emoções nos relacionamentos.
V. Falsa. Contraria a definição: descontrole emocional pode afetar o rendimento, e a proposta não é separar razão e emoção, mas integrá-las com boa gestão emocional.
Logo, são verdadeiras I, II e IV.
Alternativa correta: (c).
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