Ana Paula contratou um plano de previdência PGBL com a tabela de tributação regressiva em 2020. Recentemente, ela descobriu que uma nova legislação, introduzida em janeiro de 2024, alterou as regras de tributação da previdência. Anteriormente, a escolha da tabela de tributação era feita no momento da contratação do plano, o que dificultava o planejamento tributário. Com a mudança, agora Ana Paula pode optar pela tabela progressiva ou regressiva. Ela quer entender como isso impacta seus investimentos. Qual das afirmações a seguir explica corretamente o impacto da nova lei sobre os investimentos de Ana Paula?
Questão
Ana Paula contratou um plano de previdência PGBL com a tabela de tributação regressiva em 2020. Recentemente, ela descobriu que uma nova legislação, introduzida em janeiro de 2024, alterou as regras de tributação da previdência. Anteriormente, a escolha da tabela de tributação era feita no momento da contratação do plano, o que dificultava o planejamento tributário. Com a mudança, agora Ana Paula pode optar pela tabela progressiva ou regressiva. Ela quer entender como isso impacta seus investimentos. Qual das afirmações a seguir explica corretamente o impacto da nova lei sobre os investimentos de Ana Paula?
Alternativas
Em realidade, a nova lei não favorece Ana Paula porque, como ela contratou o plano há 4 anos alterar a escolha de tributação é complexo e pode trazer prejuízos no momento do primeiro resgate ou do recebimento da renda.
A nova lei fragilizou o sistema previdenciário, mas permite que a investidora escolha a melhor tributação para suas necessidades entre no momento do resgate ou do recebimento da renda, tornando a escolha mais assertiva.
A nova lei não trouxe benefícios para Ana Paula, mas permite que a investidora escolha a melhor tributação para suas necessidades entre PGBL e VGBL no momento do resgate ou do recebimento da renda, tornando a escolha mais assertiva.
A nova lei permite que a investidora escolha a melhor tributação para suas necessidades no momento do resgate ou do recebimento da renda, tornando a escolha mais assertiva.
Explicação
A Lei nº 14.803/2024 (publicada em 11 de janeiro de 2024) alterou a Lei nº 11.053/2004 para que o participante/assistido de previdência complementar possa escolher o regime de tributação (progressivo ou regressivo) mais tarde, isto é, no momento de obter o benefício (renda) ou ao solicitar o primeiro resgate. (gov.br)
Antes dessa lei, a opção pela tabela (progressiva ou regressiva) precisava ser feita logo após a entrada no plano (prazo até o mês seguinte), o que dificultava o planejamento tributário de longo prazo. (gov.br)
Aplicando ao caso: embora Ana Paula tenha contratado o PGBL em 2020 já com a tabela regressiva, a mudança legal favorece o planejamento, porque ela (em regra) passa a poder definir/confirmar a escolha no momento do primeiro resgate ou do recebimento do benefício, tornando a decisão mais aderente à sua renda e ao seu cenário fiscal naquele momento. (www2.camara.leg.br)
Analisando as alternativas:
- (A) está incorreta porque a lei não diz que a alteração seja “complexa” ou “traga prejuízos” por ter contratado há 4 anos.
- (B) traz um julgamento (“fragilizou o sistema previdenciário”) que não é o ponto da lei; o essencial é a flexibilização do momento de escolha.
- (C) confunde o tema: a lei não é para escolher entre PGBL e VGBL, e sim entre regime progressivo e regressivo.
- (D) descreve corretamente o impacto: permitir escolher a tributação no momento do resgate/benefício, tornando a escolha mais assertiva.
Alternativa correta: (D).
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