Da figura: m˙=40kg/s, P1=6MPa, T1=500∘C; P2=8kPa (vapor saturado); Q˙cv=−8MW (perda de calor); fronteira a Tb=453K. Considera-se regime permanente, variações de energia cinética/potencial desprezíveis.
1) Potência no eixo (1ª Lei – balanço de energia)
Para um volume de controle em regime permanente:
Q˙−W˙=m˙(h2−h1)
Logo,
W˙=Q˙+m˙(h1−h2)
Propriedades (tabelas de vapor d’água):
- Em 6MPa e 500∘C (superaquecido): h1≈3375kJ/kg, s1≈6,8kJ/(kg\cdotpK).
- Em P2=8kPa, vapor saturado: h2≈2580kJ/kg, s2≈8,2kJ/(kg\cdotpK).
Então:
W˙≈(−8MW)+40[3375−2580] kW
W˙≈−8000kW+40⋅795kW≈23800kW
Ou seja, potência mecânica líquida de saída:
W˙cv≈24MW (saindo do VC)
2) Taxa de destruição de exergia
Pelo balanço de entropia (regime permanente):
0=∑TjQ˙j+m˙(s1−s2)+S˙gen
Aqui há uma troca de calor na fronteira a Tb:
S˙gen=m˙(s2−s1)−TbQ˙
Cálculo:
m˙(s2−s1)≈40(8,2−6,8)=56kW/K
−TbQ˙=−453K−8MW=453K8000kW≈17,7kW/K
S˙gen≈56−17,7=38,3kW/K
A destruição de exergia é:
E˙D=T0S˙gen
Adotando ambiente padrão T0=298K:
E˙D≈298⋅38,3kW≈11400kW
E˙D≈11MW
Resultado final: W˙cv≈24MW (saindo) e E˙D≈11MW.