Língua Portuguesa: Vida de Pescador Vou fazê o meu ranchinho Na beira do rio só pra mim pescá Pra fugí do baruião da cidade grande Pra não istressá Lá eu fico amoitado Jogo um farelinho pra cevá o poço Até esqueço que no banco Eu tô atolado até o pescoço Ai como é difícil A vida do pescador De noite ele enrosca o anzor Na gaiada da taboca De dia ele queima no sor Dando banho na minhoca... Matogrosso e Mathias. Disponível em: www.letras.mus.br. Acesso em: 29 maio 2024. A variação linguística utilizada no texto dá a entender que o eu lírico tem como origem
Vida de Pescador
Vou fazê o meu ranchinho Na beira do rio só pra mim pescá Pra fugí do baruião da cidade grande Pra não istressá Lá eu fico amoitado Jogo um farelinho pra cevá o poço Até esqueço que no banco Eu tô atolado até o pescoço Ai como é difícil A vida do pescador De noite ele enrosca o anzor Na gaiada da taboca De dia ele queima no sor Dando banho na minhoca...
Matogrosso e Mathias. Disponível em: www.letras.mus.br. Acesso em: 29 maio 2024.
A variação linguística utilizada no texto dá a entender que o eu lírico tem como origem
A) cidade, com uso de gírias específicas.
B) cidade, visto que utiliza linguagem formal.
C) interior do Sertão, pela linguagem regional.
D) região Sul do país, pelo sotaque característico.
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