Laura já entendeu a importância da diversificação internacional e tem cerca de 20% do seu patrimônio nos Estados Unidos. Por gostar do setor de luxo, Laura decidiu investir em empresas como LVMH, Hermès e Ferrari. Ao perceber que essas companhias não estão listadas nos EUA, questionou seu especialista em investimentos se precisaria abrir uma conta em uma corretora na Europa para acessá-las. Ele deve recomendar que:

Questão

Laura já entendeu a importância da diversificação internacional e tem cerca de 20% do seu patrimônio nos Estados Unidos. Por gostar do setor de luxo, Laura decidiu investir em empresas como LVMH, Hermès e Ferrari. Ao perceber que essas companhias não estão listadas nos EUA, questionou seu especialista em investimentos se precisaria abrir uma conta em uma corretora na Europa para acessá-las. Ele deve recomendar que:

Alternativas

( ) Para acessar ações de empresas europeias, Laura precisa obrigatoriamente abrir conta em corretora na zona do euro, porque essas ações não são disponíveis nos EUA sob nenhuma forma.

( ) Laura pode investir em ações de empresas europeias listadas nos Estados Unidos no formato de BDRs sem precisar abrir conta na Europa, facilitando a operação e trazendo benefícios fiscais para a sua carteira.

( ) Laura pode investir em ETFs temáticos listados nos Estados Unidos que incluam empresas europeias do setor de luxo, bem como adquirir ADRs dessas empresas, sem precisar abrir conta na Europa.

90%

( ) Laura pode investir em ETFs temáticos listados nos Estados Unidos que incluam empresas europeias do setor de luxo, sendo essa a única alternativa para acessá-las através do mercado americano e não precisar abrir conta na Europa.

Explicação

  1. Problema da Laura: ela quer investir em empresas europeias (LVMH, Hermès e Ferrari) e percebeu que não são ações listadas diretamente em bolsas dos EUA.

  2. Ela precisa abrir conta na Europa? Não necessariamente. Há formas de ter exposição a ações estrangeiras via mercado americano sem abrir conta fora:

  • ETFs listados nos EUA podem ter, dentro da carteira, ações europeias (inclusive de luxo). Assim, ela compra um ETF na bolsa americana e, indiretamente, investe nessas empresas.
  • ADRs (American Depositary Receipts) são recibos negociados nos EUA que representam ações de empresas estrangeiras. Quando existem para determinada empresa, permitem investir nela sem conta no exterior.
  1. Análise das alternativas:
  • 1ª alternativa: falsa, pois existem veículos no mercado americano (como ETFs e, em alguns casos, ADRs) que dão acesso econômico a empresas estrangeiras.
  • 2ª alternativa: falsa porque BDR é um instrumento negociado no Brasil, não “nos Estados Unidos”. Além disso, a frase mistura conceitos e afirma “benefícios fiscais” de forma geral, o que não é regra.
  • 3ª alternativa: correta, pois contempla as duas vias típicas no mercado americano: ETFs com composição internacional e ADRs (quando disponíveis).
  • 4ª alternativa: falsa porque ETF não é a única alternativa; ADRs (quando existem) também podem permitir acesso.

Portanto, o especialista deve recomendar a opção que indica ETFs nos EUA com empresas europeias e a possibilidade de ADRs, sem necessidade de abrir conta na Europa.

Alternativa correta: (C).

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