Fundamentando-se na unidade OBSERVAÇÃO, analise as seguintes assertivas quanto à veracidade – V para VERDADEIRO, ou F para FALSO: I. No desenho, os contornos da forma, apresentam-se como a menor parcela para a nossa percepção do mundo visual. II. No embate com o mundo real, a compreensão dos limites da forma é pouco relevante para a sua representação no plano. III. É natural que a percepção seja ativada pela presença das coisas que estejam diante dos olhos, pois, no embate do olho com o mundo, o cheio se sobrepõe ao vazio. IV. É pelo confronto com os espaços vazios que as formas se apresentam – os vazios determinam a natureza da forma e escala no mundo. As assertivas I, II, III e IV são, RESPECTIVAMENTE:
Questão
Fundamentando-se na unidade OBSERVAÇÃO, analise as seguintes assertivas quanto à veracidade – V para VERDADEIRO, ou F para FALSO:
I. No desenho, os contornos da forma, apresentam-se como a menor parcela para a nossa percepção do mundo visual.
II. No embate com o mundo real, a compreensão dos limites da forma é pouco relevante para a sua representação no plano.
III. É natural que a percepção seja ativada pela presença das coisas que estejam diante dos olhos, pois, no embate do olho com o mundo, o cheio se sobrepõe ao vazio.
IV. É pelo confronto com os espaços vazios que as formas se apresentam – os vazios determinam a natureza da forma e escala no mundo.
As assertivas I, II, III e IV são, RESPECTIVAMENTE:
Alternativas
F, F, V, V.
F, V, F, F.
V, F, V, V.
V, F, V, V.
F, V, F, F.
Explicação
Vamos avaliar cada assertiva à luz de princípios de observação e percepção visual (relação figura–fundo, contorno, cheio–vazio):
I. “No desenho, os contornos da forma apresentam-se como a menor parcela para a nossa percepção do mundo visual.”
- Em percepção visual e em desenho, o contorno/limite é um elemento estrutural fundamental para reconhecer e separar formas (figura) do fundo. Não faz sentido afirmar que os contornos são “a menor parcela” para nossa percepção; eles têm papel decisivo na leitura formal.
- Conclusão: F (Falso).
II. “No embate com o mundo real, a compreensão dos limites da forma é pouco relevante para a sua representação no plano.”
- Para representar no plano (desenho), compreender limites, bordas, recortes e transições é altamente relevante: é isso que permite construir a forma, sua proporção e sua relação com o espaço.
- Dizer que é “pouco relevante” contradiz a prática de observação e representação.
- Conclusão: F (Falso).
III. “É natural que a percepção seja ativada pela presença das coisas... pois... o cheio se sobrepõe ao vazio.”
- No confronto olho–mundo, é comum a percepção ser primeiramente capturada pela figura/cheio (o objeto) em relação ao fundo (vazio), sobretudo em leituras iniciais.
- A ideia de que o “cheio” tende a se impor como figura é compatível com noções de figura–fundo.
- Conclusão: V (Verdadeiro).
IV. “É pelo confronto com os espaços vazios que as formas se apresentam – os vazios determinam a natureza da forma e escala no mundo.”
- Em desenho/observação, o espaço negativo (vazio) é decisivo: ele ajuda a definir o contorno, proporções e relações de escala, tornando a forma mais legível.
- Portanto, o vazio (fundo/espaço negativo) efetivamente condiciona a leitura e a construção da forma.
- Conclusão: V (Verdadeiro).
Alternativa correta: (A).