Língua Portuguesa: A unidade Ortográfica. Velhíssima questão a da unidade ortográfica do português usado no Brasil e em Portugal. Que a prosódia seja diferente, é natural. Num país imenso como o nosso, há diversas formas de pronunciar as palavras, e o próprio vocabulário admite expressões regionais o mesmo acontecendo com todas as línguas do mundo. O diabo é a grafia, sobre a qual os portugueses não abrem mão de escrever director, por exemplo. Não é o mesmo caso de facto e fato, que têm significações diferentes e, com boa vontade, podemos compreender a insistência dos portugueses em se referir à roupa e ao acontecimento. Carlos Heitor Cony, publicado na Folha de S. Paulo, em 10 de agosto de 2004. De acordo com o autor: I. As expressões regionais não devem ser admitidas. II. Não há diferença de sentido entre director e diretor. Está correto o que se afirmar em:
A unidade Ortográfica. Velhíssima questão a da unidade ortográfica do português usado no Brasil e em Portugal. Que a prosódia seja diferente, é natural. Num país imenso como o nosso, há diversas formas de pronunciar as palavras, e o próprio vocabulário admite expressões regionais o mesmo acontecendo com todas as línguas do mundo. O diabo é a grafia, sobre a qual os portugueses não abrem mão de escrever director, por exemplo. Não é o mesmo caso de facto e fato, que têm significações diferentes e, com boa vontade, podemos compreender a insistência dos portugueses em se referir à roupa e ao acontecimento.
Carlos Heitor Cony, publicado na Folha de S. Paulo, em 10 de agosto de 2004.
De acordo com o autor: I. As expressões regionais não devem ser admitidas. II. Não há diferença de sentido entre director e diretor.
Está correto o que se afirmar em:
somente I
somente II
I e II
Nenhuma
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