Durante a primeira reunião, destinada a discutir possíveis ações a serem desenvolvidas, Rita compartilha sua ideia: “Eu acho que deveriam ser organizadas aulas de recuperação de aprendizagem no centro comunitário, de maneira que ali possam trabalhar e dar um reforço aos alunos com mais dificuldades da escola, enquanto nós focamos naqueles que conseguem seguir o ritmo estabelecido.” A proposta de Rita está sustentada por

Questão

Durante a primeira reunião, destinada a discutir possíveis ações a serem desenvolvidas, Rita compartilha sua ideia: “Eu acho que deveriam ser organizadas aulas de recuperação de aprendizagem no centro comunitário, de maneira que ali possam trabalhar e dar um reforço aos alunos com mais dificuldades da escola, enquanto nós focamos naqueles que conseguem seguir o ritmo estabelecido.” A proposta de Rita está sustentada por

Alternativas

uma visão que estabelece relações de colaboração, em que o espaço de educação não formal colabora com a escola.

uma visão que estabelece relações de interferência, em que as modalidades formais e não formais oferecem mensagens educativamente contrárias.

uma visão que estabelece relações de suplência, em que os espaços de educação não formal cobrem as obrigações que a escola não conseguiu garantir.

92%

uma visão que estabelece relações de complementariedade nas quais os objetivos e as funções das modalidades formais e não formais se integram e alimentam entre si.

uma visão que estabelece relações de competência, em que o mais importante é ver em qual modalidade o aluno consegue aprender mais.

Explicação

Na fala de Rita, a ideia é deslocar para o centro comunitário (um espaço de educação não formal) a responsabilidade de oferecer recuperação de aprendizagem e “reforço aos alunos com mais dificuldades”, enquanto a escola ficaria voltada aos que “conseguem seguir o ritmo estabelecido”.

Isso caracteriza uma relação de suplência (ou substituição/compensação), porque o espaço não formal passa a cobrir uma obrigação típica da escola (garantir a aprendizagem também dos estudantes com dificuldade, por meio de recuperação, reforço, reensino etc.), suprindo aquilo que a escola não está assegurando adequadamente.

Não é colaboração ou complementariedade, pois nessas visões haveria integração de ações sem transferir a responsabilidade central da escola; aqui, a proposta é que o centro comunitário “assuma” o que a escola não dá conta para um grupo específico. Também não é interferência (mensagens contrárias) nem competência (competição entre modalidades).

Alternativa correta: (c).

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