Considere o projeto para execução de fundações superficiais próximas, porém situadas em cotas diferentes a seguir. No caso de solos resistentes, a reta de maior declive que passa pelos bordos das sapatas deve fazer, com a vertical, um ângulo de:

Questão

Considere o projeto para execução de fundações superficiais próximas, porém situadas em cotas diferentes a seguir. No caso de solos resistentes, a reta de maior declive que passa pelos bordos das sapatas deve fazer, com a vertical, um ângulo de:

Imagem 1

Diagrama: duas sapatas (fundações superficiais) em cotas diferentes conectadas por uma reta inclinada que intercepta os bordos das sapatas; a reta faz um ângulo α (alpha) marcado entre ela e a vertical.

Alternativas

A) 25°.

B) 55°.

90%

C) 30°.

D) 45°.

E) 60°.

Explicação

Pelo esquema, trata-se da verificação de interferência entre bulbos de tensões (ou zonas de influência) de duas sapatas superficiais próximas em níveis (cotas) diferentes.

Para o caso de solos resistentes, adota-se a regra prática de projeto em que a reta de maior declive traçada ligando os bordos das sapatas (limitando a zona de influência) deve fazer com a vertical um ângulo típico associado à abertura do “bulbo” em solo mais competente.

Nessa condição, usa-se o valor consagrado em fundações superficiais:

  • α=55\alpha = 55^{\circ} com a vertical (equivalente a 3535^{\circ} com a horizontal), indicando uma dispersão mais “aberta” das tensões no solo resistente.

Assim, dentre as alternativas, o ângulo correto é 55°.

Alternativa correta: (B).

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