Por que aprender inglês pode mudar sua vida profissional? Aprender inglês pode transformar completamente a sua carreira. Um estudo recente realizado pelo British Council, uma organização internacional dedicada à educação e às relações culturais, mostra que, no Brasil, menos de 5% da população tem algum domínio do idioma, e apenas 1% fala fluentemente. Por outro lado, mais de 60% das vagas no mercado de trabalho exigem conhecimento em inglês, especialmente em setores como tecnologia, comércio exterior e multinacionais. Essa disparidade cria uma enorme vantagem para quem decide investir no aprendizado do idioma. A fluência em inglês deixou de ser apenas um diferencial e se tornou um requisito essencial para o crescimento profissional. O site de empregos Catho aponta que profissionais fluentes podem ganhar até 70% a mais do que aqueles que não dominam o idioma. Além disso, falar inglês abre portas para promoções, posições estratégicas e oportunidades de crescimento em empresas que atuam globalmente. Entretanto, os benefícios vão além do mercado de trabalho: falar inglês possibilita experiências como estudar no exterior, participar de eventos internacionais e até trabalhar remotamente para empresas de outros países -- uma realidade cada vez mais comum com a expansão do home office. Segundo a Randstad, multinacional holandesa de soluções de recursos humanos, estudos indicam que, até 2030, o mercado enfrentará um déficit de 85 milhões de profissionais qualificados, e o inglês estará entre as habilidades mais requisitadas. Quem começar a se preparar agora terá uma vantagem expressiva, seja para conquistar as melhores oportunidades nos processos seletivos ou para se destacar em um mercado cada vez mais competitivo e globalizado. Mais do que apenas um requisito técnico, o inglês é uma ferramenta essencial para o crescimento profissional. Ele proporciona acesso a conteúdos exclusivos, como pesquisas acadêmicas e cursos de universidades renomadas, além de permitir que você amplie sua rede de contatos com pessoas ao redor do mundo. Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/leonardo-reis/educacao/por-que-aprender-ingles-pode-mudar-sua-vida-profissional/ Acesso em 23 fev 2026. O texto apresentado discute a centralidade do inglês no contexto profissional contemporâneo e aponta dados que evidenciam sua crescente valorização social, econômica e acadêmica, considerando esse cenário e a atuação do professor de língua inglesa, analise as assertivas a seguir. I. A discrepância entre a baixa proficiência em inglês da população brasileira e a alta exigência do idioma no mercado de trabalho amplia o papel social do professor de língua inglesa como agente de democratização do acesso a oportunidades. II. O texto reforça a necessidade de que o ensino de língua inglesa contemple práticas pedagógicas que desenvolvam competências linguísticas, interculturais e discursivas, alinhadas a contextos reais de uso da língua. III. Diante das demandas do mercado globalizado, a função do professor de inglês restringe-se à preparação técnica do aluno para fins instrumentais, como entrevistas de emprego e testes de proficiência. IV. A valorização profissional associada à fluência em inglês implica a necessidade de uma formação docente crítica, capaz de articular língua, mercado, mobilidade social e acesso ao conhecimento científico global. V. Ao enfatizar experiências internacionais e trabalho remoto, o texto sugere que o ensino formal de inglês na escola perde relevância frente a experiências espontâneas de imersão linguística. Está correto o que se afirma em:

Questão

Por que aprender inglês pode mudar sua vida profissional?

Aprender inglês pode transformar completamente a sua carreira. Um estudo recente realizado pelo British Council, uma organização internacional dedicada à educação e às relações culturais, mostra que, no Brasil, menos de 5% da população tem algum domínio do idioma, e apenas 1% fala fluentemente. Por outro lado, mais de 60% das vagas no mercado de trabalho exigem conhecimento em inglês, especialmente em setores como tecnologia, comércio exterior e multinacionais. Essa disparidade cria uma enorme vantagem para quem decide investir no aprendizado do idioma. A fluência em inglês deixou de ser apenas um diferencial e se tornou um requisito essencial para o crescimento profissional. O site de empregos Catho aponta que profissionais fluentes podem ganhar até 70% a mais do que aqueles que não dominam o idioma. Além disso, falar inglês abre portas para promoções, posições estratégicas e oportunidades de crescimento em empresas que atuam globalmente.

Entretanto, os benefícios vão além do mercado de trabalho: falar inglês possibilita experiências como estudar no exterior, participar de eventos internacionais e até trabalhar remotamente para empresas de outros países -- uma realidade cada vez mais comum com a expansão do home office. Segundo a Randstad, multinacional holandesa de soluções de recursos humanos, estudos indicam que, até 2030, o mercado enfrentará um déficit de 85 milhões de profissionais qualificados, e o inglês estará entre as habilidades mais requisitadas. Quem começar a se preparar agora terá uma vantagem expressiva, seja para conquistar as melhores oportunidades nos processos seletivos ou para se destacar em um mercado cada vez mais competitivo e globalizado. Mais do que apenas um requisito técnico, o inglês é uma ferramenta essencial para o crescimento profissional. Ele proporciona acesso a conteúdos exclusivos, como pesquisas acadêmicas e cursos de universidades renomadas, além de permitir que você amplie sua rede de contatos com pessoas ao redor do mundo.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/leonardo-reis/educacao/por-que-aprender-ingles-pode-mudar-sua-vida-profissional/ Acesso em 23 fev 2026.

O texto apresentado discute a centralidade do inglês no contexto profissional contemporâneo e aponta dados que evidenciam sua crescente valorização social, econômica e acadêmica, considerando esse cenário e a atuação do professor de língua inglesa, analise as assertivas a seguir.

I. A discrepância entre a baixa proficiência em inglês da população brasileira e a alta exigência do idioma no mercado de trabalho amplia o papel social do professor de língua inglesa como agente de democratização do acesso a oportunidades.

II. O texto reforça a necessidade de que o ensino de língua inglesa contemple práticas pedagógicas que desenvolvam competências linguísticas, interculturais e discursivas, alinhadas a contextos reais de uso da língua.

III. Diante das demandas do mercado globalizado, a função do professor de inglês restringe-se à preparação técnica do aluno para fins instrumentais, como entrevistas de emprego e testes de proficiência.

IV. A valorização profissional associada à fluência em inglês implica a necessidade de uma formação docente crítica, capaz de articular língua, mercado, mobilidade social e acesso ao conhecimento científico global.

V. Ao enfatizar experiências internacionais e trabalho remoto, o texto sugere que o ensino formal de inglês na escola perde relevância frente a experiências espontâneas de imersão linguística.

Está correto o que se afirma em:

Alternativas

Alternativa 1: I e II, apenas.

Alternativa 2: I, II e IV, apenas.

94%

Alternativa 3: II, III e V, apenas.

Alternativa 4: I, III e IV, apenas.

Alternativa 5: I, II, III, IV e V.

Explicação

Vamos avaliar cada assertiva à luz do texto e do papel do professor de língua inglesa.

I. Correta. O texto destaca uma discrepância: pouca gente no Brasil domina inglês (menos de 5% com algum domínio e 1% fluente), mas muitas vagas exigem o idioma (mais de 60%). Essa desigualdade cria vantagem competitiva para poucos e, portanto, amplia o papel social do professor como agente que pode democratizar o acesso a oportunidades, ao favorecer que mais estudantes alcancem proficiência.

II. Correta. O texto aponta que o inglês não serve só para “saber gramática”, mas para acesso a conteúdos acadêmicos, eventos internacionais, trabalho remoto, promoções e atuação em contextos globais. Isso implica que o ensino deve desenvolver competências linguísticas para usar a língua e também dimensões discursivas e interculturais, pois são situações reais de comunicação (mercado global, interação internacional, mobilidade acadêmica/profissional).

III. Incorreta. A assertiva diz que a função do professor se restringe a uma preparação técnica instrumental (entrevista, testes). O texto, ao contrário, amplia os sentidos do inglês: acesso a conhecimento científico, experiências internacionais, networking global, crescimento e mobilidade. Logo, não há suporte para uma atuação docente “restrita” ao instrumental.

IV. Correta. Se a fluência em inglês é associada a valorização econômica (até 70% a mais, segundo o texto) e a acesso ao conhecimento e à circulação global, faz sentido concluir a necessidade de uma formação docente crítica, capaz de articular língua + mercado + mobilidade social + conhecimento científico. Isso está coerente com a leitura do fenômeno social descrito.

V. Incorreta. O texto não afirma que a escola perde relevância; ele apenas cita oportunidades (estudar fora, eventos, trabalho remoto). Isso pode até aumentar a importância do ensino formal como meio de preparar o aluno para essas experiências, e não substituí-lo por “imersão espontânea”. Portanto, a inferência de perda de relevância da escola não se sustenta.

Logo, estão corretas I, II e IV.

Alternativa correta: (B).

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